É o título de artigo de Mário Centeno no Sábado no Público*. Esgrime, sobretudo, razões económico-financeiras para desmontar, totalmente, este imaginado, imaginado sim, para Alcochete.
Estamos a brincar aos aeroportos, sem qualquer planeamento estratégico, sem avaliação global ambiental, sem previsão da evolução dos sistemas de transportes, sem interligação com o transporte (miserável actualmente) ferroviário e sem ligação a novas potencialidades do de Beja , num quadro geral.
Continuamos a imaginar castelos no ar, mas nada, nada existirá no Campo de Tiro passe o tempo que passar.
Já não veremos aí aviões.
* claro como verdadeiro "trapaceiro" já disse tudo e o seu contrário sobre aeroportos. Depende de onde sopram os ventos e de onde vem o guito.