Gigantes
E esta denuncia a I.A.
que ignora a humanidade e os riscos que sobre esta pesam:
estamos alerta!
E ora o Sisão...
quase em extinção....
e assobiamos....
E ora, na hora, entramos em retiro, física e espiritual
Estarei até dia 12 fora de qualquer aparelho de comunicação, tirando que à noite lerei os sms se os houver, única forma de contacto caso alguma emergência.
Que o céu não nos caia na cabeça, e boas férias ou continuação.
Livro flores
Aqui divulgo este:
https://www.wook.pt/livro/acores-500-flores-raimundo-quintal/33549383
que pode, também, ser pedido nalgumas livrarias.
Livros e livros
Acabo de ler um livro de leitura densa e leve, poesia em prosa, segundo o autor. Escrito, nalguns momentos em filigrana. um nome maior da vida e cultura andaluza e espanhola, muito desconhecido, Luis Cernuda. O título (de Goethe) desde logo me seduziu, partir os juncos para o burrinho. OCNOS
Na bolsa para o retiro (estarei sem responder a mails e sem tele e só a receber sms de urgências!!!!) levo:
HISTORIAS DEL MUNDO DE LAS HORMIGAS, E.O. Wilson, Sobre a socio-diversidade, um insecto social que grandes amigos estudavam (Raul Montenegro!)
LA REBELDIA FESTIVA, Demetrio E. Brisset
Recolha socio-antropológica das festividades ibéricas, a mania dos espanhóis que a Ibéria são eles!!!!
EL BALNEARIO, Carmen Martin Gaite
Uma recolha de contos Kafkianos um dos quais num Balneário.
AFROCALIPSE, Mário Lúcio Sousa
Narrativa, como se diz aqui ao lado, sobre a afro-corrupção, e a outra que a engendra.
Mais uma consequência
Nuclear é doença climática
Esta chegou na hora e ainda não foi lida, mas vinda de onde vem só pode ser:
https://
excelente!
O O.I.E. e o desastre ambiental do mapa
Aqui:
http://signos.blogspot.com/search/label/ordenamento%20do%20territ%C3%B3rio
dado que após o assalto e modificações não controlo, ainda, a dimensão dos espaço para os textos. Caso tenha saído cortado.
O OIE denuncia o Mapa Negro
O Observatório Ibérico de Energia denuncia mais um desprezo pelo AMBIENTE e TERRITÓRIO
O PSZAER é, talvez, o maior atentado ambiental dos últimos anos, em perspectiva. Em nome de uma putativa transição energética (totalmente indefinida) aliena mais de 7% do território para supostamente promover renováveis, hoje suficientes em modo de produção (e se forem substituídas por mais eficientes o ganho é substancial) sendo que o que é necessário é investir nas poupanças energéticas, na eficiência e em alternativas sensatas e “urbanas/telhados” e na melhoria da qualidade do edificado, em cooperativismo, e em sistemas de diversificação de consumos, e também em sistemas de acumulação, sejam naturais sejam artificiais.
E claro alterar o paradigma em que estamos a mergulhar, as indústrias super destrutivas energética e ambientalmente, como as das bases de dados, altamente consumidoras de energia e água, e os sistemas agro-florestais super produtivistas que destróiem o território em monoculturas
Ora, ignorando os instrumentos de Ordenamento do Território, a Reserva Ecológica Nacional e a Reserva Agrícola Nacional, já é certo em muito mau estado, passando por cima dos P.D.M.s e ignorando leis Europeias de conservação seja a rede Natura, sejam espécies especialmente protegidas e o seu território, e desprezando completamente até a Resolução do Conselho de Ministros nº 125/2026 e tornando nula legislação fundamental, embora desde sempre tenha merecido a nossa crítica, os procedimentos de Avaliação Impacte Ambiental, para desenvolvimentos industriais intensivos,
vemos o governo colocar em discussão pública um documento que só deveria ter um destino o famigerado PSZAER (PROGRAMA SECTORIAL DAS ZONAS DE ACELERAÇÃO DAS ENERGIAS RENOVÁVEIS, só o nome já é um fantasma).
Basta colocar um mapa das restrições em cima dos 7% e não sobra nada ou quase nada do dito Mapa Verde (de facto um mapa negro!), com o qual querem destruir o nosso ambiente e biodiversidade.
Não se pode em nome de um pretenso bem destruir as potencialidades do território, degradar as paisagens e destruir solos. Sobretudo sem obedecer ás regras do Estado de Direito, à legislação de Ordenamento do Território, as lógicas de protecção de espécies e aos sistemas, sejam imperfeitos, que na lei protegem o património.
António Eloy
Embora este texto tenha sido partilhado e recolha muitas contribuições, a sua responsabilidade final é só do coordenador do O.I.E.