Charcas?
Notícia que a Carla Tomás nos traz:
mas o problema principal é político, tem que ver com a lógica agrícola de plástico intensivo, de degradação dos solos, de trabalho escravo. Esse já lá está, com a conivência e até apoio de diversas autoridades, municipais ou do Estado, em detrimento da sustentabilidade dos solos, da defesa do património e do ambiente e da dignidade.
Estamos quase ao nível da Guiné Equatorial, esse intocável parceiro da CPLP......
Godemichet
Pois, bem sei que nem todos são versados na língua em título, cada vez há menos francófonos, mas vejam o anexo, e fiquem a saber que o instrumento para tratar a então designada por histeria (sempre feminina, claro! que só desapareceu como "doença" no avançado do século XX) originalmente foi um espanador.....
novos aerogeradores podem seguir o caminho desse! A técnica avança para os maiores prazeres da humanidade!
mesmo com um regulador
independente e responsável, o risco existe, o risco está presente ....
e é claro com os reguladores cooptados, como na maioria.....
Mercado só quando lhes interessa...
pois, quando se colocam regras claras e se lhes acaba com os benefícios (contra o mercado esses!) lá vão eles, ou melhor ameaçam.... fazer queixinhas a Bruxelas:
mas como bem sabemos a nuclear e as hidraulicas não estão inocentes das emissões do CO2, e no caso das nucleares todo o seu ciclo (e não esquecer os resíduos) é desastroso.
Pode ser, pode ser que as nucleares encerrem mais depressa.... e teremos que inventar.... o faremos!
+ biomassa, não obrigado
No pico da luta contra o ATI em Almaraz, que perdemos por incapacidade do nosso ministro do Ambiente, e agora temos que esperar que não ocorra nada e ter fé no manto da nª Senhora de Fátima que nos protegerá das nuvens... comentámos ao almoço, o que diria um jornalista que nos visse a almoçar amistosamente, eu com o Presidente da Endesa Portugal. Na altura havia o MIA de que eu era porta-voz.
Nada que nos conduzisse a desentendimentos.....
Conheço desde os anos 70 e tenho amizade, e prezo antes de mais a lealdade nessas, o Nuno, com quem trabalhei, fomos colegas e continuamos a partilhar entendimentos e memórias, com um forte abraço.
trocámos uns SMS a propósito desta.
É claro que há que ser cuidadoso com o hidrogénio:
sobre o qual tenho escrito.....É que isto não é nada simples:
nem fácil.....
+ Coopérnico
pois, no bom caminho:
façam-se cooperantes, boa energia e muitos projectos para essa.
de pesadelo em pesadelo
esta sim é nova. Embora nada disto não tenha sido dito e previsto por tantos de nós. A "reciclagem" dos resíduos para a bomba, chamem-lhe o que quiserem:
https://thetyee.ca/Analysis/2021/05/26/US-Experts-Trudeau-Your-Nuclear-Dream-May-Turn-Nightmare/
mesmo os SMRs.... e entre nós há quem se lembre dos CANDUs que nos tentaram impingir, como o argumento que tínhamos urânio.....e que a tecnologia não implicava enriquecimento.....
A nuclear anda enterrada em areias movediças e a prometer a lua desde sempre.
Este pesadelo não nos faz esquecer outros.
IAEA
Semantica, será bem necessária para identificar por milhares de anos, muitos, muitos milhares os resíduos....
https://www.iaea.org/newscenter/news/managing-nuclear-knowledge-with-semantic-technologies
mas também eles estão preocupados, muito preocupados:
https://www.iaea.org/newscenter/news/improving-safety-of-ageing-nuclear-power-plants-in-lockdown
sendo que limpando com uma vassourinha o lixo descobrimos-lhe o osso!
Um Estado fora da Lei
não é só a Bielorússia!
Este também:
https://www.sortirdunucleaire.org/Le-proces-des-opposant-es-a-Cigeo-doit-etre-celui
isto é inacreditável, ridículo, e intolerável. Mas não nos esqueçamos de la Grandeur de la France, e dos seus muitos, muitos presidentes.
Uns assassinos uns atrás dos outros.
Comunidades de Energia
A Coopérnico promoveu um excelente zoom sobre este tema, que tem que ser aprofundado, mas foi muito rico nas intervenções, bem organizado e deu muito prazer.
Ouvimos um técnico falar-nos da Culatra:
projecto interessante, que a Universidade o Algarve controla, e que não se pode considerar como comunidade de energia.
E falta a este projecto, além da análise da legalidade das construções, um apoio e incentivo à melhoria das que estiverem legais, na luta contra a pobreza energética, e para instalação de paineis individuais, inseridos numa lógica colectiva. Construimos a casa pelo telhado.....