Quantas, quantas vezes subimos a Avenida da Liberdade a ecoar essa palavra de ordem, invertida do título, ou fomos esmagados pelo CPPC/URSS no fim da Fontes Pereira de Melo. Ou agredidos num encontro dessa agremiação em Tróia.
hoje lamentamos que o discurso da não violência política e da resistência civil activa tenha desaparecido dos média que o ignoram totalmente, preferindo pseudo-generais e espiões ou ditos estrategistas de treta.