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Observatório Ibérico de Energia

Noticias 

#1837  

Energia

Para pensar

Um bom artigo:
https://corrientecalida.com/el-imperio-tecnofosil-contra-la-fraternidad-electrorrenovable/

Radiações

A propósito de dados mencionei a um conhecido a CRIIRAD:
https://www.criirad.org/criirad-commission-for-independent-research-and-information-about-radiation/
o trabalho de um homem e os seus amigos!
 

No más!

Almaraz, no, no, no!
https://www.elsaltodiario.com/energia-nuclear/no-ciela
 

Biodiversidade

Excelentes fotos

algumas mesmo de adoráveis:
https://www.theguardian.com/environment/gallery/2026/may/08/week-in-wildlife-a-chonky-sea-lion-amorous-toads-and-an-adorable-gosling
 

Entropia

Deixem-nas em sossego!

Ontem no velório de um estimado amigo Fernando Pinto, que aqui merece referência, falámos de SMO e de mineração. Nos velórios, como à mesa fala-se de tudo. Antes já tínhamos estado em tertúlia a falar de outras maldades...
https://www.elsaltodiario.com/materias-primas/tierras-raras-nuevo-petroleo-carrera-hegemonia-mundial
já na luta contra esta extracção andei pelo norte alentejano. E aí voltarei se levantar a cabeça. Sabemos que as das hidras são complicadas....

Saber

Sobre a Objecção de Consciência

Só com a autoridade de quem deu o corpo ao manifesto e pensou, aqui trago este texto, encontrado algures:
#A não violência resposta política e social à guerra, às guerras. Não há guerras justas!
A não violência carece ser explicada e urge ser compreendida, como recurso que se articula em torno da palavra e dos nossos corpos e que é intransigente na defesa do direito e da autonomia e das liberdades públicas.
Os resistentes à guerra, também portugueses tem muita história, que se articula também com a resistência à guerra colonial, que passa pelas lutas contra o SMO e claro antes pela objecção de consciência. Que passa pela oposição à cultura de guerra que entre nós sempre foi patrocinada por quem só se opunha às armas de um dos lados e que hoje continua a procurar álibis para tomar o partido errado, o da continuação da guerra e que nos tem atravessados*.
A nossa resistência à guerra sempre foi articulada com conceitos de defesa da vida e do ambiente, com lógicas de conservação da natureza e recursos, que são destruídos pelas máquinas militares e as indústrias que lhe estão por traz, em qualquer das suas formas. Recordemos que os piores pesticidas, os mais tenebrosos químicos foram testados em guerras e de igual forma a nuclear civil é um fruto, contaminado da nuclear militar, hoje infelizmente disseminada por todo o mundo que sofre as consequências das emissões radioactivas.
Infelizmente os média, na sua lógica de venda de um produto, e pensando que a opinião publicada ou difundida é a que interessa ao público, que numa lógica de pescadinha de rabo na boca segue essa lógica e a continua, não encontra espaço para discursos alternativos que geram humanidade.
Continuamos a desenvolver informação do mais, mais armas, mais combates, mais mortes, mais carnificinas, mais feridos, mais armas. Um ciclo vicioso que tem que ser rompido com novos recursos, a não violência é o caminho para acabar com a guerra, a não violência e a resistência civil nesse âmbito é fundamental para alterar os paradigmas dominantes. Se começarmos a falar disso, de exemplos históricos, mas também de tantos, tantos outros de actualidade, que todos os dias estão a ocorrer.
* Os resistentes à guerra também têm sido os principais resistentes ao discurso do contra esta guerra, em nome de outra coisa, patrocinado por um dos lados da mesma.#
     
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