É um artigo relativamente inútil, mas permite-me alguns comentários:
https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/cabo-verde-realismo-soberania-e-justica-energetica/
Conheci Cabo Verde quando só o Morabeza tinha um moinho eólico, único nas ilhas. Ainda a URSS tinha um hotel no Sal (Aeroflot, julgo que era), e logo encontrei grande potencial que foi sendo delapidado, seja por eólicas desfasadas na dimensão, seja por solares inadequadas pela localização. Esses erros, é certo, têm vindo a ser corrigidos, mas... a aposta noutra dimensão e envolvimentos continua por fazer. E alteração de paradigmas de uso. E desde logo parar com a venda a retalho do país para o turismo de enormes dimensões que tem destruído tanto património. Conheço quase todas as ilhas da Macarónésia ( e todas as de Cabo Verde!) e ibéricas e nessas projectos energéticos únicos. Mas aparentemente eles não as partilham....