Aqui, para saber tudo, tudo!
E ficam com leituras para o fimde:
https://gazettenucleaire.org/2026/Gazette-307-308.pdf
fantástico!
Colibrismo em prática
O colibrismo só absurdo quando convertido em ideologia:
acima casos práticos de bom senso.
Guerra, guerra, e crescimento...
uma notíucia para ler com pinças:
é que a guerra não é só isto....
Estava na sessão em Zafra
quando recebo e aproveito, especialmente o boneco, que o artigo já é de todos conhecido, mas aqui vai novamente ora na Gazeta da Beira, para abrir o apetite para as sessões de comemoração dos 50 anos...
macronadas
nada de novo " la grandeur de la France" c'ést une bonne misére...
e seguimos...
Ontem em Zafra 6ª em Evora
e dia 14 ou 15 em Ferrel, na comemoração dos 50 anos da marcha do povo contra a nuclear, a amanhecendo:
https://signos.blogspot.com/search/label/Amanecer%20sin%20Almaraz
Se alguma vez lá voltar
não deixarei de ir visitar:
https://essentialmadeira.pt/artigos/ver-e-fazer/um-museu-da-luz
e as memórias...
Guerra!
Continuo, ora no no man's land, entre Portugal e Espanha, a não ouvir ninguém falar contra esta sinistra guerra em curso. E ora estamos (Portugal, que Espanha bloqueou o Trump!) envolvidos. Vamos por partes o discurso do zionismo impregnou o mundo e os E.U.A. em 1º. A guerra, ora, começou com bombardeamentos do Irão, com a desculpa absurda que iriam ter armas nucleares (já vimos este fílme com o Iraque) e na actual lógica bíblica, olho por olho, o Irão retaliou, e isto não vai ficar por aqui, digam os comentaristas o que disserem (ora multiplicam-se novamente os tontos militares, não que todos o sejam). Parece que só os dois papas , o Guterres e o outro, têm juízo num mundo em colapso.
Ontem falhámos o envio por viagem. Por enquanto....
Recordando
tic, tac, tic, tac, tic, tac
https://thebulletin.org/doomsday-clock/2026-statement/
o relógio não pára.
Continuando ...
Na próxima 4ª dia 4 estaremos em Zafra, como já aqui divulgámos e na próxima 6ª dia 6 estaremos em Évora (ver anexo) e estaremos para a semana em Ferrel (13/14 e 15) para celebrar os 50 anos da marcha do povo que parou a nuclear por cá, por lá. Ou que começou a pará-la