Almaraz, o novo ATI
A nossa comunicação social continua a dar voz a umas aventesmas da nuclear que escrevem e dizem umas inanidades como aqui regularmente vamos dando caso.
E passa por cima dos verdadeiros problemas. Em Almaraz *(pusemos este para mais de 20 jornalistas de cerca de 15 jornais!):
http://signos.blogspot.com/search/label/Almaraz
se alguém notar alguma linha diga-nos.
Pois esta é que é a realidade, agora,os riscos continuam, mas é o problema dos resíduos, que também não são mencionados os de Fukushima, que em breve chegarão aos Açores (são toneladas, muitas, de águas radioactivas), ou os problemas regulares que resultam em paradas nucleares ou os riscos de vem com a guerra (e do urânio, nestas usado). Nada. Mas inventam uns iluminados, para dar luz....
* este ATI, salvo problemas vários do estudo de impacte, que já foi avaliado pela A.P.A.. que urge esclarecer, é " bem vindo", é o ATI que sempre reclamámos, para o desmantelamento. Articulado com ele está a intenção de construir (daqui a 50 anos!!!!!) um armazém geológico de profundidade. Tenho dúvidas sobre esse, mas não tenho alternativa. Vamos ver aonde. Já esteve em Aldeavila, em Cuenca, e anda por aí. Vamos ver se não nos caí na cabeça. Entretanto....
E o metano?
Será que não pensaram nisso?
é que isto vai tudo ser muito, muito pior do que imaginado. E as centrais nucleares não vão resolver nada, nada mesmo.
E leiam também esta, e vejam como a hegemonia manipula a notícia:
não há nenhuma solução. A não ser não emitir!
Esta também foi para
debaixo do tapete do tal iluminado ignorante que tem página, inteira no Público:
https://www.sortirdunucleaire.org/La-declaration-en-commemoration-du-64e
é que a nuclear, coitadinha, não tem nada a ver com isto....
Excelente iniciativa
que garante a produção e o consumo da Cooperativa!
notícias da APREN
como de costume:
https://www.apren.pt/contents/publicationsreportcarditems/boletim-renovaveis-janeiro-3442.pdf
sempre a soprar.
Ainda a propósito do ESPECIAL
Além de o mencionado jornal já nem servir para mais nenhuma função * tenho que referir que o chamado "provedor" disse, em resposta a uma interpelação de um dos nossos sobre as razões porque só artigos e entrevistas nuclearistas eram publicados respondeu, sem vergonha na cara, que não nada disso.
Mas não há nenhum cronista contra a nuclear e ainda menos por outro paradigma económico. E entrevistas nem vê-las. Este jornal é, hoje, um borrão, um borrão mesmo da hegemonia!
http://signos.blogspot.com/search/label/nuclear
acima explico melhor.
E nem sequer falo no nojo, no enorme nojo que é o título do artigo, certamente da responsabilidade do tal editor/censor. Imaginem "O activismo antinuclear custou-nos muitas vidas". É um vómito, um verdadeiro delírio. Talvez se ele quisesse dizer "O activismo anti-nuclear poupou-nos milhões de vidas" embora milhões que já se tenham perdido estivesse mais correcto....
*lembrando o tempo em que os jornais (cortados) ainda serviam para alguma coisa, ainda nos anos 60 por cá, e até este século em Africa.
Coopérnico
Julgo que se tem que trabalhar mais os conceitos, mas aqui está uma boa iniciativa:
E se um avião
recebo de um querido amigo um documento, analise do crash, choque de um avião com uma central. Quem quiser apite!
Ficção sem combustível
pois, ainda não os inventaram, só existem em papel, mas já estão à rasca, pois não há, não há mesmo .... combustíveL
leiam com atenção, está no tal nucleatrês, o último paragrafo, e resistam a rebolar no chão.
Fuga radioactiva
leiam o nucleatrês e a total hipocrisia....
de repente o estroncio desaparece, de repente parece que foi tudo normal, de repente parece que foram só contaminações menores. Se lhes esfregassemos um pano molhado com essa água nas caras queriam ver....