Aceleração para Energias Renováveis
Sou um céptico, com p e tudo, destas mas anexo um comentário da nossa amiga Maria Magalhães Ramalho , que pode ser utilizado.
Nota:
Embora o documento não tenha sequer 1 MB o OIE não deixa carregar o anexo. Quem o quiser é só pedir.
Nota 2
Entretanto aqui o coloquei:
http://signos.blogspot.com/search/label/Maria%20Magalh%C3%A3es%20Ramalho
Bom artigo, mas
nunca o foi:
e agora ainda menos, mas há quem queira mais...
No Insignificante desenvolvo
Aqui trago só a notícia. A visitei ou parecida na Graciosa. è uma boa solução para estes espaços, embora o sistema de El Hierro me pareça menos impactante.
e com a desalinazação (houve uma ignorante que referiu que a água, que é óptima, sabia a....sal!) é uma mais valia desta ilha, que tem, tem mesmo que limitar o turismo!
Outro interessante
embora com muitos conceitos mal dominados, e matéria para conversa:
aqui vai, lido em retiro
E esta denuncia a I.A.
que ignora a humanidade e os riscos que sobre esta pesam:
estamos alerta!
Mais uma consequência
Nuclear é doença climática
Esta chegou na hora e ainda não foi lida, mas vinda de onde vem só pode ser:
https://
excelente!
O O.I.E. e o desastre ambiental do mapa
Aqui:
http://signos.blogspot.com/search/label/ordenamento%20do%20territ%C3%B3rio
dado que após o assalto e modificações não controlo, ainda, a dimensão dos espaço para os textos. Caso tenha saído cortado.
O OIE denuncia o Mapa Negro
O Observatório Ibérico de Energia denuncia mais um desprezo pelo AMBIENTE e TERRITÓRIO
O PSZAER é, talvez, o maior atentado ambiental dos últimos anos, em perspectiva. Em nome de uma putativa transição energética (totalmente indefinida) aliena mais de 7% do território para supostamente promover renováveis, hoje suficientes em modo de produção (e se forem substituídas por mais eficientes o ganho é substancial) sendo que o que é necessário é investir nas poupanças energéticas, na eficiência e em alternativas sensatas e “urbanas/telhados” e na melhoria da qualidade do edificado, em cooperativismo, e em sistemas de diversificação de consumos, e também em sistemas de acumulação, sejam naturais sejam artificiais.
E claro alterar o paradigma em que estamos a mergulhar, as indústrias super destrutivas energética e ambientalmente, como as das bases de dados, altamente consumidoras de energia e água, e os sistemas agro-florestais super produtivistas que destróiem o território em monoculturas
Ora, ignorando os instrumentos de Ordenamento do Território, a Reserva Ecológica Nacional e a Reserva Agrícola Nacional, já é certo em muito mau estado, passando por cima dos P.D.M.s e ignorando leis Europeias de conservação seja a rede Natura, sejam espécies especialmente protegidas e o seu território, e desprezando completamente até a Resolução do Conselho de Ministros nº 125/2026 e tornando nula legislação fundamental, embora desde sempre tenha merecido a nossa crítica, os procedimentos de Avaliação Impacte Ambiental, para desenvolvimentos industriais intensivos,
vemos o governo colocar em discussão pública um documento que só deveria ter um destino o famigerado PSZAER (PROGRAMA SECTORIAL DAS ZONAS DE ACELERAÇÃO DAS ENERGIAS RENOVÁVEIS, só o nome já é um fantasma).
Basta colocar um mapa das restrições em cima dos 7% e não sobra nada ou quase nada do dito Mapa Verde (de facto um mapa negro!), com o qual querem destruir o nosso ambiente e biodiversidade.
Não se pode em nome de um pretenso bem destruir as potencialidades do território, degradar as paisagens e destruir solos. Sobretudo sem obedecer ás regras do Estado de Direito, à legislação de Ordenamento do Território, as lógicas de protecção de espécies e aos sistemas, sejam imperfeitos, que na lei protegem o património.
António Eloy
Embora este texto tenha sido partilhado e recolha muitas contribuições, a sua responsabilidade final é só do coordenador do O.I.E.
Os números não enganam
Embora, como todos sabemos, não tenham linearidade:
mas são o que são!