Sem comentário
é que não tenho mais nada a dizer:
nada, mesmo nada.
Águas e florestas e clima
Um artigo profundo e de alta qualidade:
Dados relevantes
e com os excelentes quadros, habituais:
https://lisboaenova.org/images/stories/ClimaeEnergia/ClimaeEnergia_JAN_2026.pdf
O renascimento é de facto "bullshit"
como nos diz um grande especialista neste artigo, de alta q.:
https://www.sgr.org.uk/
é que nada daquilo funciona, nada daquilo se paga, nada daquilo existe....e nem sequer os riscos também ambientais são abordados...
Relatório oficial
Que é sempre útil, para ver o que o poder diz:
https://www.iea.org/reports/world-energy-outlook-2025
e ler nas entrelinhas.
Armadilhas
Mais um excelente livro que ilustra as armadilhas que enfrentamos:
https://signos.blogspot.com/search/label/Apocalipse%20%28in%29certo
escrito por uma enorme variedade de teóricos/práticos dos nossos, não se perde uma. A lógica do novo capitalismo, proteccionista, populista, iliberal (mesmo quando disfarçado de liberal ou libertário, e nesse caso temos que desmascará-lo!), e com muitas estórias a ilustrá-lo.
Também Godard
Se envolveu na denuncia de Chernobyl:
https://en.wikipedia.org/wiki/King_Lear_(1987_film)
e este filme que me escapou, será exibido em Ferrel no dia 13 de Março, no âmbito das comemorações dos 50 anos da marcha do povo contra a nuclear.
Voltaremos ao tema com o programa dessas.
A aqui também!
com mais difusão que em qualquer órgão da hegemonia:
https://tintafresca.net/index.php/2026/02/07/segredos-manipulacoes-e-mentiras/
e continuamos a estar pelo país...
A culpa não é da natureza
o tenho dito, e referido a surpresa por ninguém referir o barragismo...( ontem um dique rebentou....)
"A conclusão técnica é directa: não foi apenas a tempestade que falhou — foi a engenharia que faltou em camadas críticas do sistema. O fenómeno meteorológico foi severo mas enquadrável. O dano sistémico revelou insuficiência de projecto, execução, manutenção, arquitectura, gestão de envolvente e regulação técnica.
Eventos severos continuarão a ocorrer. A variável controlável é a engenharia. A robustez infra-estrutural não é resultado de discurso — é resultado de cálculo, projecto, fiscalização, manutenção, automação e regulação técnica exigente. Onde a engenharia é forte, o sistema degrada com limite e recupera rápido. Onde a engenharia é fraca, o sistema colapsa sob solicitações previsíveis.
A mensagem operativa final é inequívoca: a natureza não pode ser regulada; a engenharia pode — e deve — ser reforçada."
Este é o final de um bom documento que me envia o meu colega de mestrado Jesus Ferreira, que enviaremos a quem o solicitar.
E enquanto por cá
frio e chuva, tempestades e comboios aéreos (que os terrestres quase desapareceram...) no Sul:
as alterações climáticas, os calores extremos e os incêndios e o resto dominam.