Deitando-os abaixo
dá-se uma ajuda à luta contra essas:
https://damremoval.eu/dre-report-2022/
aqui o relatório do que conta para a sustentabilidade!
isto sim, é o caminho
na luta contra as ditas, defendendo a eficiência energética e alteração dos paradigmas de construção:
o canhamo tem este e muitos outros usos (estou com calças e camisa feitas com essa), além do espiritual.....
o contrario de tudo
não há visão energética, continua a Ilha a matar a galinha dos ovos de.... com mais produtivismo turístico e parasitário, mais degradação de recursos, mais alienação.
os perigos aumentam
Boletim APREN
a melhorar:
https://www.apren.pt/contents/publicationsreportcarditems/boletim-renovaveis-abril.pdf
os dados e a realidade desses.
esta sim, é suave!
e como tinha previsto referir numa recente conferência este é o caminho:
que vale a pena!
não, estas não são renováveis
estas são energias negras, e não é por serem dos capitais financeiros, piratas e extractivistas,sempre com a lógica de mais, mais produção, produtivistas:
estas são energia negras, contra o ambiente, a sustentabilidade que se gera no montado, a lógica agro-pastoril que faz a terra, e a redução dos níveis carbonicos. As energias suaves tem que ser compatibilzadas com a sobriedade, e a redução da entropia. Ora sabemos de onde vem a Iberdrola. Cá no prédio já lervaram várias corridas.....
Pela Vida e os Tubarões
O Pela Vida, foi também um orgão de informação articulado com a Gazeta das Caldas e que foi por esta totalmente esquecido e mesmo ignorado, mas continua vivo, em memória e livro, e ora articulado com os tubarões:
https://sharkstewards.org/shark-stewards/stop-fukushima-radioactive-ocean-dump/
a vida nunca esquece.
Um engodo, mal escrito!
Uma notícia escrita com os pés e pensada com o guito que lhes foi pago (publi-reportagem!), isto é mera publicidade disfarçada de jornalismo, de facto isto é o folheto da dita empresa!.
Reparem que estamos a falar de um projecto piloto, que se estima para 2030 (ou 7 ou 8) e que terá, se existir uma produção absolutamente irrisória (da ordem de 0,00001), com um custo que nem sequer é mencionado, e aquela de ter poluição zero, é mesmo de anedota. E onde está a entropia? e os recursos utilizados? E sobretudo nada, nada disto (veja-se que anunciam o piloto para daqui a 6 anos, quer poderão ser 10 ou 15) irá combater as alterações climáticas como anunciam os ecologistas que defendem a dita.....as fortunas que se investem nesta coisa dariam para alterar todo o sistema de produção e entrarmos no ciclo do negawatt!