roubos e &
e geoestratégia, hoje fundamental para compreendermos o que se passa:
além dos buracos financeiros.
zangam-se as comadres....
e sabe-se a verdade:
é claro que estamos, há muito, secos de dizer e saber isto tudo. Ora o grupo onde está a principal força nuclearista francesa ( P.C.F.) dizer isto.....
Antárctida
julgo que, por outras palavras, com outra estrutura, de outra forma, já aqui trouxe este tema/problema diversas vezes.
https://aeon.co/essays/how-do-we-solve-the-paradox-of-protection-in-antarctica
mas o Olho Vivo é também um arquivo!
Fusão, um delírio de ficção
Um querido amigo envia-me uma panóplia de artigos sobre a fusão, que leio atentamente. De um desses que trago aqui:
Desse extraio:
"El siguiente paso es escalar y construir una planta de energía real, aunque todavía quedan muchos desafíos por delante, como el desarrollo de un dispositivo fiable y que pueda proporcionar energía de manera sostenida en el tiempo, o el de la comercialización de esta energía, otro gran reto será económico. "¿Cómo diseñar estas plantas de energía para que sea rentable construirlas e implementarlas?"
Faz-me lembrar de quando alguns dos nossos, nos anos 70, em plena guerra do Vietnam anunciaram que iriam por o Pentagona a levitar, dia tal a tal horas. A Segurança Interna gastou milhões para se proteger. 10 mn antes da hora foi anunciado.... que tinhamos desistido. Fantástico. Parece a fusão.
por cá também apareceu
Um partido que se dizia ecologista (aparecem por aí a todo o tempo!) que defendia a nuclear. Até há agora uns ecologistas, penso que desse partido, a favor da nuclear (pagam bem!). Ora até na Livre Finlandia me dizem que os ditos Verdes também defendem a nuclear. Bye, bye, deixaram de o ser. A eles iremos outro dia.
Agora voltamos à fusão:
pois a fusão, como se lê neste artigo é total ficção, com gastos incomensuráveis, e também, também (sim, é verdade!) emite resíduos radioactivos! E necessita de metais muito raros, com o problema de recursos e controle estratégico desses, e os laboratórios, sim porque tal só vai existir em laboratório tem que estar na ponta da tecnologia (€), com materiais supercondutores e tecnologia de resfriamento extremo, ou seja nada disto funcionará a não ser altamente concentrado se, algum dia, sair desse, com as consequências em termos de poder. E os projectos com láser de superalta energia tem, sobretudo, sobretudo fins militares... Destruição de satélites.
um pouco de história
num artigo bem feito e onde encontrei "novidades" que desconhecia:
é difícil.....
a mafia da nuclear
não haja a mínima dúvida, basta ler o 1º paragrafo do artigo:
tive o meu telefone sob escuta e vimos malas* debaixo dos nossos olhos.... mafia e da pior, da pior mesmo, com centenas, muitas centenas de mortos à sua conta.....
* a corrupção não tem alma mas há gente com ética e princípios! e essa.
continua a aquecer
e não podemos parar este, os efeitos acumulados vão-se continuar a fazer sentir, mesmo que invertessemos o rumo, ora.....
não estamos a fazer nada, só guerra, mais guerra....
este entrou na escala! e outros...
e podia, hollalla, podia ter sido pior..... e quem sabe:
https://savoie-antinucleaire.fr/2022/05/26/bugey-detection-tardive-de-lindisponibilite-du-tableau-dalimentation-electrique-dultime-secours/
e numa altura em que se preparam exercícios de rebentamentos nucleares,
será que cabemos todos em Monsanto?, onde estão os nossos abrigos anti-nucleares!?
número redondo
a caminho de fazer 4 anos o OIE é hoje uma referência. E embora tenhamos estabilizado o número de inscritos, continuamos nos 300 e poucos (até hoje só contabilizamos meia dúzia de saídas, e só 3 por desagrado) termos que repensar até ao aniversário, dia 17 de Setembro a continuidade. Iremos fazer uma pausa estival, para meditação e levitação, olhar cactos e vulcões, e reunirmos com os colaboradores. Tínhamos estabelecido objectivos de crescimento dos inscritos e previsto algumas iniciativas (ainda fizemos experiências de podcast, e previmos encontro e distribuição de livros, mas....), sendo que o vírus também nos tem tirado anima, que não foram por diante. E outras realizaram-se com sucesso mitigado, a exibição do El Regallo. A guerra assola-nos agora os dias e com ela o incremento do pior da humanidade, os ódios e intolerâncias fratricidas, os nazionalismos com as mortes e destruições, o incremento das alterações climáticas, a ameaça da nuclear, civil e militar, a extinção e redução de espécies.
Questionamo-nos sobre a utilidade do OIE, em que consumimos muito tempo e energias e que tem sido também o alibi para deixar no tinteiro outras coisas....e embora tenhamos o conforto de dezenas de mensagens, .... não passa nada. Como dizia Gonçalo R.T. cuja voz nos emocionou na excelente montagem que vimos na Gulbenkian (que agora procura desvalorizar as tropelias que lhe fizeram e que nos levaram a manifestar-nos e envergonhar a sua administração de então) "isto é tramado, isto é mesmo tramado".