Errata
Por erro esta notícia foi trocada por outra em duplicado:
Esta deveria ter saído no número anterior com este comentário:
Há 4 anos, pouco depois da tomada de posse tive uma reunião com o "meu" presidente de câmara, que tinha tido no programa eleitoral as comunidades de energia! Pediu-me que com a Coopérnico lhe apresentasse um programa de acção. Foi feito e passados 15 dias tinha na mão um programa detalhado e muito concreto. É uma câmara com uma só localidade e, talvez 1500 habitantes e 400 ou 500 fogos. Até hoje espero a marcação de outra reunião ou sequer resposta ao projecto, que deu trabalho. Mas nada, nada, nada. Não se recandidata, talvez por saber que não o iria apoiar e represento alguns votos (por 3 se ganha a dita!)
e aqui deveria ter estado a notícia acima.
nada que ver com o nosso projecto mas este é dos que há que incentivar.
Comunidades de energia
Há 4 anos, pouco depois da tomada de posse tive uma reunião com o "meu" presidente de câmara, que tinha tido no programa eleitoral as comunidades de energia!
Pediu-me que com a Coopérnico lhe apresentasse um programa de acção. Foi feito e passados 15 dias tinha na mão um programa detalhado e muito concreto. É uma câmara com uma só localidade e, talvez 1500 habitantes e 400 ou 500 fogos. Até hoje espero a marcação de outra reunião ou sequer resposta ao projecto, que deu trabalho. Mas nada, nada, nada. Não se recandidata, talvez por saber que não o iria apoiar e represento alguns votos (por 3 se ganha a dita!)
https://www.elsaltodiario.com/extremadura-/pasando-hidrogeno-verde-extremadura
nada que ver com o nosso projecto mas este é dos que há que incentivar.
Opinião sobre o hidrógeneo
que merece reflexão atenta, muito atenta:
https://www.elsaltodiario.com/extremadura-/pasando-hidrogeno-verde-extremadura
antes de embarcarmos.
Uma Guterrada!
Penso já aqui terei contado como conheci António Guterres, aqui ou noutro local.
palavras justas, mas....
Injustiça climática
Culpar o clima não é boa política, culpar o sistema de produção, o crescimento sim!
mas claro que as palavras são só superfície. Uma pérola.
E mais este:
mas não somos crentes, temos que escavar. Até encontrar.
Hoje um haikú:
#Grito de faisão
ressoando na montanha
a voz do silêncio#
Mais da fossa Atlântica
Boa iniciativa, mas
discordo totalmente do carácter gratuito:
nem que fora um preço simbólico era importante. O que é de graça não vale.
Estudo
Leio e concordo e discordo:
mas só deste resumo têm dados importantes, mas leio que tem um enviesamento político do qual discordo.
Mas irei tentar obtê-lo.
Pêgo
Estive na casa de alterne que, como tinha referido e denunciado como um dos impactos ambientais, surgiu no quadro do desenvolvimento da central a carvão.
Hoje e recordo o papel para esta solução de N.R.S., querido amigo, não sei se ainda está lá essa, a outra não:
mas o ar está mais limpo.
Sonhei?
Ao ver este troço da RTP Açores, pensei: 1- É péssimo jornalismo. 2- Terei sonhado ou é só mau jornalismo.
Explico, há mais de 10 anos estive um mês na Graciosa e visitei demoradamente e com apoio do técnico responsável a central de baterias, que custou milhões, milhões de euros e após problemas de propriedade estava a funcionar em pleno. A Graciosa estava no caminho da autosuficiência eléctrica total.
Vejo esta peça de péssimo jornalismo e nem uma palavra, seja para explicar o que poderá ter acontecido?
o nosso jornalismo está ou de rastos ou nas mãos dos tais.