daqui a 10, 15 ou 20
anos terão + uma nuclear:
https://www.bbc.com/news/uk-england-suffolk-59819373
entretanto encheram os bolsos, para isso querem a taxonomia verde.....
sinal vermelho, escuro
andam a brincar aos cowboys e querem sinal verde, mas para eles está vermelho, vermelho muito escuro.
e as lições são muitas.
Ciências ou....
mais um excelente artigo de V.S.M. que tem tudo que ver com ecologia política.
https://www.dn.pt/opiniao/a-fragilidade-imunitaria-das-ciencias-14453441.html
e a incerteza da ciência contra a certeza da ignorância.
e se....
articula-se-mos isto tudo:
no actual estado das coisas seria muito importante....
frio, quente, frio, quente, quente
estamos feitos se não alterarmos algo:
é que as consequências são imprevisíveis.
taxonomia
passará a ser um embuste, por pressão de Macron, a entrar em desespero nuclear, a Comissão abeira-se do precípicio, e dá mais um passo para a sua nulidade total, ao aprestar-se a aprovar a nuclear como verde e ainda por cima, negócios políticos da maior delinquência, também a queima de gás (favor aos alemães, inadmissível).
A taxonomia já foi.
https://ec.europa.eu/
mas, certamente anda se ouvirá falar, deste #dossier#.
De Washington com interesse
um artigo com pinças e claro:
https://www.washingtonpost.
e nada mais.
Documentário nuclear
Ontem, entre as 13h. e as 14h, na RTP3 (claro um canal sem visão!) passou um interessante documentário #O Filho de Fukushima# que merece ser visto.
Os que tiverem o sistema de busca.
+ 1 Fim da nuclear
agora é a Bélgica que impõe um horizonte, quase amanhã, mas deveria ser antecipado:
e notem, a semana passada tivemos que tecer um comentário a um editorial desinformado do FAPAS, do seu presidente, sobre as SMRs... que é, é mesmo, ficção cientifica, e só foi aceite no acordo para dar a ilusão que haverá algum futuro para a nuclear. Mas é só, há mais de 50 anos que é, e só investigação. é como a fusão, que consome milhões, e que talvez, talvez no próximo século (mas será que não estarão os dinossáurios de volta?) seja mais,mais que investigação e desenvolvimentos de milhões.
João Paulo Cotrim
Ainda com o olhos húmidos, e uma grande dor, aqui trago a notícia que nunca, nunca queremos trazer, um conhecido, um, amigo, um companheiro que passou.
Não chorar sobre o leite derramado, no caso seria mais sobre o Whisky (Jameson ou outro), que tantas vezes partilhámos, em longos almoços, com convergências e divergências, mas continuar.
http://signos.blogspot.com/search/label/Jo%C3%A3o%20Paulo%20Cotrim
hoje, agora, não há mais palavras, e nem mesmo um #bonequinho#, que nos uniam nesse gosto.