Bernard Laponche
Dá-nos uma entrevista notável, em linha com o Bernard que foi meu professor (em 1986, ano em que Chernobyl caíu na cabeça do professor da nuclear, que alguns dias antes tinha dito... que aquilo nunca, nunca poderia acontecer.... depois queria chumbar-me.....) no Mestrado de Economia de Energia, e que acompanhei no Encontro de Paris sobre a nuclear há 4 ou 5 anos, com muito prazer.Obrigado ao meu velho amigo C.P. que me disponibiliza no anexo que envio!
As nucleares a continuarem são um risco, enorme, enorme. Ou melhor ainda maior.
not enough
pois é:
não chega, nunca chegará!
"Venturas" e nuclear
não é o dito mas os seus amigalhaços:
https://thebulletin.org/2021/01/a-threat-to-confront-far-right-extremists-and-nuclear-terrorism/
por palavras ou actos querem destruir as liberdades públicas, os direitos todos, em nome de não se sabe, nem eles sabem, do quê.....
mas sabemos quem está por trás:
https://www.commondreams.org/views/2021/01/21/how-fossil-fuel-industry-funds-fascism
dito está!
Acordo de Paris
está de volta. Parece que não viviamos.
pelo menos agora temos alguma esperança.
Biden notícias
era para escrever boas, mas fugiu-me o lápis:
a proposta de acordo com a Rússia, o retomar do acordo com o Irão são passos na boa direcção.
Dados
Envia-nos a APREN:
https://www.apren.pt/pt/energias-renovaveis/producao
foi um ano atípico. Temos que insistir na conservação e eficiência. E nas comunidades de energia.
Estrebucho
há que prepará-lo:
grande solar
tudo tem uma escala, esta parece-me adequada.....
nada mais.
1º bom passo
é este, claro:
mas a política tem muitos atalhos. Envia-me C. Pessoa um notável artigo do Libération sobre o envolvimento da extrema direita com o ecologismo.
Qualquer até o Ventura bolsa umas coisas sobre o tema!
Artigo on demand!
Esclarecimento
Anteontem fiquei sem computador, o disco pifou. Graças à ajuda do meu querido amigo e informático de excelência (vejam o anuncio da Peopleware) Paulo Soares consegui em tempo record e só com perdas dos registos (todos) desde 12 de Dezembro voltar a funcionar (quem me tenha enviado algum mail com anexos saiba que foi tudo por água abaixo).
Além das perdas de docs e documentos, os gastos, incluindo as viagens, foram minimizados. Mas este precalço chamou-me a atenção para a imperiosa necessidade de investimentos para dar um passo em frente (hoje a minha queridissima Ana fez-me uma entrevista, muito bem preparada, com uma excelente equipa, 45mn). Tive ocasião de ver os recursos necessários.
Estou descontratualizado e tendo fechado a empresa que me sustinha desde Julho em espera do magro subsidio de desemprego, e é ainda graças ao generoso donativo que tivemos em 2019 que o O.I.E. sobrevive.
Temos procurado angariar publicidade, que será obviamente seleccionada e terá garantia de ser qualificada, empresas ou produtos, deixámos a meio um código de publicidade mas estará presente.
O O.I.E. continuará gratuito mas caso algum leitor queira e possa contribuir (despesas de manutenção e up date informático, assinaturas de jornais e revistas, etc):