é tudo negócio
nuclearês!
é uma língua inventada, que se baseia em manipulações, dados erráticos e falsidades. E no fim dizem sempre "sem riscos para o ambiente e as pessoas"
mas nada tem nenhuma relação com a realidade. Quem estabelece os limites? são eles mesmos. Quem diz que não fazem mal? os promotores da maldade.
Quem diz que o impacto é negligenciável? E quem define negligenciável? Eles, os responsáveis disto.
Serão os mesmos que diziam que os barris, descobertos rachados e abertos, onde depositavam resíduos radioactivos iam durar para sempre? Claro, já sabem quem são.
Serão os mesmos que diziam que nunca, nunca jamais um reactor iria fundir-se? Adivinhem.
Serão os mesmos que apesar de organismos oficiais e claro os malandros dos ecologistas atribuirem mais de 1 milhão de mortos a Chernobyl continuam a proclamar só só morreram 7 ou 9 e todos a jogar ao berlinde? Até o dito que se presume cientista que escreve e é pago no Público.
Serão os mesmos aldrabões que enchem os jornais (e julgo que recebem para isso!) com inanidades, sem contraditório, como é hoje típico da hegemonia, a defender e promover a nuclear?
Como eu gostava que me pusessem um processo!
Tem interesse mas não é comunidade é ganhócio
Ver o nosso artigo de ontem:
o lucro, sempre o lucro.
Vulcões
por aqui andei há pouco tempo:
Dados da produção
que são assim assim, maus nas regiões autónomas:
https://www.apren.pt/pt/energias-renovaveis/producao
mas...
este completa o anterior:
https://lisboaenova.org/images/stories/ClimaeEnergia/ClimaeEnergia_JUNHO_2025.pdf
vamos olhando... sempre a crescer....ora....
E eu pensando no colibrismo
tenho que dizer que não penso muito. nisso, é automático. Reciclo como deve ser, o que deve ser, ando menos de carro, raro, raríssimo de avião, como melhor, e dou missas por aí. E doutrino.
Vejo muito, muita gente reciclar errado, com as consequências derrivadas, vejo consumos supérfluos por todo o lado, e disparates todo o tempo. Vejo alienados pela hegemonia por todo o lado.
E penso que o colibrismo não vai resolver nada, disto:
nada a ver com a Editora Colibri que, também, organizou um debate a favor da nuclear que foi um fracasso. Perdeu clientes.
E ainda nos deve um a sério sobre energia.
Evoluir
Com a Carla Castelo evoluimos!
https://www.publico.pt/2025/07
um excelente artigo que remete para a óptima jornalista, notável vereadora e culta ecologista.
Linhas alta tensão
perigosas e desnecessárias:
estamos vigilantes!
2 paragrafos
de um excelente relatório da Global Chance (do nosso amigo B. Laponche!), que ontem um querido amigo nos enviou, envio a quem o solicitar:
On peut s’étonner qu’au moment où l’on bombarde les installations d’enrichissement d’uranium de l’Iran, qui pourrait se servir de cet uranium très enrichi à la fabrication d’armes nucléaires, que les porteurs de projet de SMR, qui prévoient d’utiliser un combustible contenant des combustibles à haute teneur en produits fissiles (uranium ou plutonium), accordent si peu d’attention aux problèmes de prolifération nucléaire. Pourtant, paradoxalement, au moment où des conflits militaires de haute intensité montrent la fragilité de la sécurité militaire, des gouvernements, dont la totalité des puissances nucléaires militaires, cherchent à développer des filières nucléaires potentiellement très proliférantes et vulnérables aux attaques terroristes. Tout cela dans un contexte d’affaiblissement du droit international et des négociations sur le désarmement.
Dans le concept de « petit réacteur modulaire », c’est en fait le mot modulaire qui est essentiel. L’idée est de fabriquer en série en usine les grands composants de ces réacteurs, de les transporter préassemblés sur le site prévu afin que le travail sur le terrain porte essentiellement sur le génie civil. Au sens strict, il n’existe aucun SMR dans le monde, pas même en Chine. Pour survivre, un programme SMR doit s’imposer avant les autres et commercialiser au moins des dizaines de réacteurs parfaitement semblables dans une période relativement brève pour parvenir à un seuil de rentabilité et rémunérer les investisseurs et les prêteurs. L’objectif paraît tout à fait inatteignable compte tenu de la concurrence internationale (plus d’une centaine de projets actuellement) et des intérêts nationaux contradictoires.
Nunca, nunca serão construídos!
mas a hegemonia continua a propaganda. Mas os factos são os factos:
aqui de um velho especialista da nuclear! Não há volta a dar!