Isto somos nós!
que fazemos e que sofremos:
temos que parar e olhar para nós mesmos!
Lembrar e não esquecer
- ENERGIA
A nuclear é dispensável no nosso sistema electrico e pode ser substituída, com benefícios económicos, sociais e ambientais por novos sistemas de produção/consumo, baseados em novas lógicas económicas e sistemas de produção energética renovável, criadores de novos empregos e bem estar social. - RISCO
O acidente de Three Mile Island e as centenas de milhar de mortes resultantes de acidentes ou problemas com a fissão nuclear mostram que esta tecnologia é um risco social e ambiental, tanto mais quando novas situações requerem novos planos de emergência, inexistentes. - ECONOMIA
A economia da nuclear é o maior desastre financeiro da história e as suas contas estão em colapso total, veja-se o caso francês com os sobrecustos e perda pela manutenção de centrais obsoletas e o fracasso dos novos modelos, com atrasos de construção que rondam as duas dezenas de anos e geram dívidas descomunais, que nem o programa nuclear consegue amenizar.
No dia 29 lá estaremos a recordar, a prospectivar, e a parar. Em 28 de Março o síndrome da China esteve perto de se concretar, em Three Mile Island, e sabe-se lá...
Por estas e outras há que denunciar esta transição para coisa nenhuma
é que sem alterar a lógico produtiva, os sistemas económicos e o envolvimento social, sem ter em conta os recursos e a sustentabilidade e os impactos e custos ambientais, isto, isto é mais uma brincadeira:
leiam com atenção:
"To an industrial user like Rio, it’s a game changer, and it really gets them over that threshold of cost, particularly when you think about aluminium smelting as one of the most price sensitive industry applications you can have."
Os maiores dispilfadores de recursos, os maiores, talvez, assassinos da história, os criminosos que na Pernínsula e em tantos outros locais destruiram, degradaram., aniquilaram os rios, as terras, a populações (além dos crimes contra os trabalhadores) ora são promovidas a transitores, Pois há que dizer não, não, não.
Quando pensávamos ter visto tudo
como nos diz a Lei de Murphy vamos ser surpreendidos por mais uma notícia, que irá dar cabo de tudo:
o que não se regista não existe.
E se taparmos os olhos e bloquearmos os ouvidos e taparmos o nariz Trump e a sua corja desaparecerão?
Que grande desilusão
para os próceres da nuclear, é o Estado francês a financiar mais de metade dos custos, que entretanto ainda não foram iniciados e já dispararam e o horizonte é 2038, mas ponham-lhe mais 10 anos:
https://www.power-technology.com/news/france-edf-loan-nuclear-reactors/?cf-view
nada que não estejamos secos de referir.
Vale o que vale
Hoje subscrevi a título individual este:
https://www.iuscientists.org/a
se bem que tenha pequenas dúvidas.
Também preenchi um questionário da 350.org esse ainda com mais.
Como há muito dizemos...
e ora o nosso estimado amigo Nuno o refere com mestria:
https://observador.pt/opiniao/
não chegam as novas tecnologias que só acrescentam. Temos que mudar a lógica, o estilo e as tipologias da produção.
Mais de 80% da energia eléctrica nacional
é já de origem nas renováveis:
https://www.apren.pt/contents/publicationsreportcarditems/fev2025-boletim-pt.pdf
nem há qualquer espaço para fraudes ou brincadeiras nucleares.
Se ficasse calado não diria isto!
e assim ainda teria o pé todo:
Mas a vontade a comentar foi irresistível...Pedro Amaral Jorge esteve aqui muito mal e meteu os pés, ou o que sobrou, pelas mãos.
Uma preciosidade!
Estava a começar o meu III artigo sobre a nuclear, o 1º foi sobre a fantasia de esta lutar e evitar as emissões de CO2, o 2º foi a desmascarar as mentiras grosseiras sobre o número de mortos em acidentes e incidentes com esta tecnologia e o III será sobre custos, ecoinómicos, sociais e ambientais todos convertidos em monetário.
https://charliehebdo.fr/2022/02/economie/nucleaire-mon-amour/
e encontrei esta, completamente a propósito sobre os EPRs e os custos.