problemas irresolúveis!
os novos, velhos reactores todos diferentes e todos iguais:
https://www.sortirdunucleaire.org/2025-clap-de-fin-pour-les-EPR-et-EPR2
todos sem solução, só com custos fantasmagóricos e resíduos para sempre, e riscos incomensuráveis, e ainda querem mais?
Geotermia, em grande?
Tenho algumas questões e dúvidas, mas infelizmente....
já não tenho a quem colocá-las.
A aquecer, a aquecer
mas tenho que dizer que esta fez-me vir à memória a celebre frase do mais famoso dos Marx, Groucho, sobre as futuras gerações:
que todos conhecem....
Aqui se deveria investir!
na recuperação:
https://elpais.com/opinion/2025-01-27/obsolescencia.html
mas continuamos obcecados com o mantra: crescer, crescer, crescer.
Não mais construção!Não mais!
É o que defendo. Recuperação do nosso parque construído e degradado. Investimento em melhorias energéticas do existente, e alteração e ordenamento adequado da ocupação do território.
Tenho artigo de opinião em curso em que abordo esta questão sobre o parque hospitalar, que é uma vergonha que ninguém diga nada, honre-se o Cidadania Lx. https://cidadanialx.org/
Ora sem o chapéu da nuclear Monbiot é dos nossos:
e mais nada.
Não sou eu que digo...
mas já o disse muitas vezes....
e não é vem aí o lobo...
O Suícidio Nuclear Português
Chega-me hoje às mãos este precioso livro com esse título, histórico. Julgo que coordenado pelo Afonso Cautela é um marco na luta e resistência contra a nuclear em Portugal, e especificamente em Ferrel:
https://gazetadascaldas.pt/opiniao/somos-todos-habitantes-de-ferrel/
neste temos muitas histórias e verificamos que desde sempre a nuclear viveu imersa em grandes, enormes mentiras e manipulações.
Não sabem o que fazer...
e atiram com a batata quente ao ar:
https://www.bbc.com/news/
a batata são os resíduos radioactivos,,,e o ar é que até 2050 ou sabe-se lá quando ... não vai haver nada, nada mesmo
Guronsan à mão
porque só gente sem cabeça pode aguentar isto:
https://www.theguardian.com/environment/2025/jan/22/trump-big-oil-energy-priorities-explained
ou ladrões de malas.
Nada de novo a Oeste de Pecos
Pois é, não digam que não estava escrito:
estava.