Dados da produção
que são assim assim, maus nas regiões autónomas:
https://www.apren.pt/pt/energias-renovaveis/producao
mas...
este completa o anterior:
https://lisboaenova.org/images/stories/ClimaeEnergia/ClimaeEnergia_JUNHO_2025.pdf
vamos olhando... sempre a crescer....ora....
E eu pensando no colibrismo
tenho que dizer que não penso muito. nisso, é automático. Reciclo como deve ser, o que deve ser, ando menos de carro, raro, raríssimo de avião, como melhor, e dou missas por aí. E doutrino.
Vejo muito, muita gente reciclar errado, com as consequências derrivadas, vejo consumos supérfluos por todo o lado, e disparates todo o tempo. Vejo alienados pela hegemonia por todo o lado.
E penso que o colibrismo não vai resolver nada, disto:
nada a ver com a Editora Colibri que, também, organizou um debate a favor da nuclear que foi um fracasso. Perdeu clientes.
E ainda nos deve um a sério sobre energia.
Evoluir
Com a Carla Castelo evoluimos!
https://www.publico.pt/2025/07
um excelente artigo que remete para a óptima jornalista, notável vereadora e culta ecologista.
Linhas alta tensão
perigosas e desnecessárias:
estamos vigilantes!
2 paragrafos
de um excelente relatório da Global Chance (do nosso amigo B. Laponche!), que ontem um querido amigo nos enviou, envio a quem o solicitar:
On peut s’étonner qu’au moment où l’on bombarde les installations d’enrichissement d’uranium de l’Iran, qui pourrait se servir de cet uranium très enrichi à la fabrication d’armes nucléaires, que les porteurs de projet de SMR, qui prévoient d’utiliser un combustible contenant des combustibles à haute teneur en produits fissiles (uranium ou plutonium), accordent si peu d’attention aux problèmes de prolifération nucléaire. Pourtant, paradoxalement, au moment où des conflits militaires de haute intensité montrent la fragilité de la sécurité militaire, des gouvernements, dont la totalité des puissances nucléaires militaires, cherchent à développer des filières nucléaires potentiellement très proliférantes et vulnérables aux attaques terroristes. Tout cela dans un contexte d’affaiblissement du droit international et des négociations sur le désarmement.
Dans le concept de « petit réacteur modulaire », c’est en fait le mot modulaire qui est essentiel. L’idée est de fabriquer en série en usine les grands composants de ces réacteurs, de les transporter préassemblés sur le site prévu afin que le travail sur le terrain porte essentiellement sur le génie civil. Au sens strict, il n’existe aucun SMR dans le monde, pas même en Chine. Pour survivre, un programme SMR doit s’imposer avant les autres et commercialiser au moins des dizaines de réacteurs parfaitement semblables dans une période relativement brève pour parvenir à un seuil de rentabilité et rémunérer les investisseurs et les prêteurs. L’objectif paraît tout à fait inatteignable compte tenu de la concurrence internationale (plus d’une centaine de projets actuellement) et des intérêts nationaux contradictoires.
Nunca, nunca serão construídos!
mas a hegemonia continua a propaganda. Mas os factos são os factos:
aqui de um velho especialista da nuclear! Não há volta a dar!
uma estória para conhecer...
Só assim os trafulhas da nuclear (e agora com o "risco" das espanholas terem que parar por falta de urânio russo!) levam os € para os seus bolsos e, atenção vamos ter que esperar 10 ou 15 anos, mais uma ou duas nucleares para o perdido Kazaquiistão:
https://www.lowyinstitute.org/
não se pode confiar na inteligência
e menos ainda se for artificial, já sabemos a capacidade de maior, muito maior de invenção, mentira e trafulhice dessa.
Da outra ver e analisar:
https://thebulletin.org/2025/0
e neste artigo ainda falta muito....
recuperando a História
e a memória dos que a vivemos:
e dos que a continuamos a sofrer:
é que aquilo é pior, muito pior que podemos imaginar e dura para sempre!
Temos denunciado!
mas é preciso agir:
https://www.revistasustentavel.pt/transicao-energetica/comunidades-energia/
onde pára a fiscalização?