E no dia 14, em Ferrel
lá pra Peniche, onde queriam construir uma central, vai ser apresentado o livro, que conta as dezenas, sim largas dezenas de incidentes, falhas, paragens emergentes e também acidentes, alguns de grau I e II, que correspondem a II e III não fora a matreirice de terem começado a contá-los do 0, sobrevindos nos 2 grupos de Almaraz. E que podem continuar mais alguns, poucos é certo, ou queremos certo, anos.
Disso, também, iremos falar, noutra conversa como as 4 ou 5 em que estivemos e muitas mais o nosso amigo Chema.
Anexo.
Agricultura
os nossos sistemas agrícolas dominantes estão totalmente dependentes dos agro-fósseis e:
ninguém, nenhum comentarista, fala disto!
Armazenem! Armazenem!
As comemorações dos 50 anos começam logo no dia 13,
com uma surpresa, que desconhecia completamente de Jean Luc Godard, iconoclasta como sempre, que junta Shakespeare a Chernobyl. Vamos ver e depois conversar.
Anexo.
Foi, também, falado em Évora
e há alguns, ditos é certo, ecologistas que não percebem:
Não esquecemos
o 11 de Março, ora passam 15 anos!
https://beyondnuclearinternational.org/2022/03/15/le-tabou-de-fukushima/
este artigo já aqui o trouxe, mas a sua actualidade é para sempre
Até o Financial Times!
os denuncia:
https://www.ft.com/content/a782639d-1ac1-4252-a7ef-e8052925bbce
e sem comentários.
Quem quiser enviamos o texto!
É o cowboy Chernobyl!!!
este novo, de facto velho, muito velho, reactor do Gaitas:
https://beyondnuclear.org/nrc-buckles-to-white-house-and-licenses-dangerous-terrapower-reactor/
é um autêntico cowboy....
Outro flop nuclear
Este aqui:
reparem que é tudo virtual, se, se e se, e se o sódio der raia...e pedi um comentário ao nosso amigo e colaborador Manuel Collares Pereira:
Seveso continua e a nuclear também!
Uma entrevista de alta!
denuncia as sequelas de Seveso e também as consequências das nucleares, mesmo em funcionamento dito normal!
Amanhecer sem Almaraz e sem Ferrel
Estamos perto de comemorar os 50 anos da marcha do povo de Ferrel que foi, por assim dizer, o tiro de partida, embora já houvesse aquecimento em movimento, mas foi mesmo o tiro de partida para o fim da nuclear em Portugal.
Foram tempos de épica, a luta foi dura, tivemos confrontos intensos, seja no terreno, seja no embate com os procéres políticos da época, houve momentos risíveis (por exemplo quando o deputado do PPM Luis Coimbra, (de onde lhe saiu a ideia, chegana) propôs na AR que em vez de Ferrel, Portugal investisse na central de... Sayago, que na altura já estava debaixo do nosso radar e também não se fez!!!.
Frentes a frente com o primeiro ministro Mário Soares, que mais tarde me confessaria (e o mais incrível foi que Veiga Simão também me confessaria, pessoalmente!, isso) que sempre fora contra a nuclear, uma vez até uma amiga nossa brasileira tremia quando saímos da residência oficial e me perguntava - e agora vamos todos presos?, claro no Brasil era o regime dos generais e ela achava que confrontos como o que tínhamos tido davam prisa. Era assessor e tradutor do 1ª ministro o diplomata Francisco Ribeiro Telles, o Charles disse-me que só o ouvia -"and now Mr., Eloy is attacking again the prime minister", pois frentes a frente com ele foram muitos...
Estórias do Plano Energético Nacional também tem muito picaresco, mas na altura já havia (como só então?) a falha de Ferrel. Infelizmente se bem que tenhamos evitado a nuclear em Alqueva não evitou, também lá está debaixo uma falha, o actual monstro, que oxalá não nos dê mais problemas.
Aqui no OIE sabe tudo, vê tudo no olho a piscar, e se aparecer em Évora saberá mais.