Quercus (a sério!)
Envia-me o meu estimado amigo Miguel Boeiro um texto bilingue, em esperanto e português sobre a nossa árvore nacional, motivo da 1ª legislação do sub-secretário de Estado Gonçalo Ribeiro Telles, ainda em 1974! que também enviarei aos interessados, o Miguel falta-lhe só um bocadinho para pertencer ao tal movimento! acrata. Esperantista, naturista, vegetariano, defensor da paz.... só que.... falta um bocadinho. Mas encontramo-nos, um abraço
são cavalos!
que aqui trago. Sou, também, deles.
são uns animais fantásticos.
Guia de aves
de 1ªªªª este, que pico da revista Quercus:
há organizações que se afirmam, no seu específico.
E para os que não abriram a indicação no blog esta também é de refevo:
https://www.fundacionmigres.org/en/
mais um excelente
número da revista Quercus, nãop confundir com algo em Portugal novamente envolvida em processos judiciais, que passo de comentar, é a sina das organizações de profissionais de burocracia ambiental, todas ao mesmo.
http://signos.blogspot.com/search/label/revista%20Quercus
este número que comento mostra que outras coisas são possíveis.
Isto SIM!!!
Passarinheiros...
alguns fizeram caminho e converteram-se em activistas de primeira linha, porque converteram o seu olhar em política de ambiente e hoje, veja-se as nossas organizações ( Ex: SPEA) e colocaram os "passarinhos" no seu enquadramento adequado, os ecossistemas e a perenidade.
lembro ainda o escândalo do meu artigo "Alimentadores de abutres e outros disparates ambientais".... mas todos concordaram, depois, comigo!
Elefantes
aparentemente, aparentemente são boas notícias:
mas nada de euforias, quando estamos muito longe dos mínimos.
Isto, também, é colapso
1 em cada 9 extinta, colapsou.
https://www.repubblica.it/green-and-blue/2023/12/29/news/estinzione_uccelli_crisi_clima-421733860/
e as restantes não estão nada, nada bem.
Oliveiras
numa altura em que estão a extinguir a oliveira, e a transformá-la numa árvore mono"industrial", e a perder todas as características que a fizeram, esta é uma novidade, interessante:
talvez daqui venha o azeite, no futuro.