Jorge Paiva
Nas reuniões que temos tido do comité dos 100 anos do Gonçalo Ribeiro Telles, há, talvez, meia dúzia de nomes absolutamente consensuais.
O Jorge é, obbviamente, um deles, que só recolhe pétalas!
Aqui os votos que nos envia!
http://signos.blogspot.com/search/label/Jorge%20Paiva
uma energia e uma acção inestimável. Obrigado!
Jardins ou hortas
Um artigo que me encheu.
e que aproveito para referir que estarei a jardinar nos próximos 20 dias, com restrições ou mesmo fora de telemóvel e nada responsivo a mails (pessoais) salvo alguma urgência (sinais de fumo, sff!).
O O.I.E. continuará, salvo os dias convencionados, para isso serve a equipa, que nos alimenta.
a caminho do Sapiens
tema que cultivo, e me entusiasma:
https://www.nature.com/articles/s41586-021-04187-7
embora lhe antecipe o fim.
Ilhas Selvagens
Sou também das ilhas, destas em particular, que avistava, em sentido figurado, da minha meninice.
aqui um artigo com alguma idade.
Não percebo, ou finjo, a ideia de alargar a zona económica exclusiva quando nem temos meios para vigiar o que temos, seja em terra seja no mar territorial....
não que seja contra a ideia, mas já estamos secos de ideias sem concreto, sem substância, esta é para espanhol ver.
Moby Dick
um livro de referência e com múltiplas leituras!
que se têm que continuar!
ponte entre linhas
pois, ainda gosto mais de comboios:
que salvam espécies.
Jardins ou hortas
um sonho que achavam que era loucura....
com G.R.T. começámos.
contra os urbanitas e animalistas
e outros que tais, que confundem ambiente e animalismo!
e defendem (em alternativa?) agricultura intensiva e trabalho escravo.
se passassem aos actos.....
Línguas
Sabem o meu compromisso com a preservação das línguas, que reflectem um património e a sua continuidade.
Escrevi e defendi a comunidade de Barrancos e os seus usos linguísticos e a sua fala, que é uma mistura ancestral, que deve ser protegida.
Infelizmente etno-linguistas e políticos têm tido muito pouco siso na avaliação dos mecanismos para a sua protecção, dos quais não faz certamente parte o estabelecer de uma ortografia ( outro aborto ortográfico!?) e uma gramática.
O barranquenho, como já Leite de Vasconcelos referiu é uma língua, dialecto, fala de contacto, de contrabando de refugiados dos tempos e de isolamento, não faz sentido ensiná-lo na escola. Os miudos aprendem com os mais velhos, com a comunidade e claro é bom que se façam registos, do que inevitávelmente está condenada a ser um momento.
Não me pronuncio sobre temas locais há muito tempo mas não posso, face ao que penso é um erro, sem consequências é certo, ver o texto do articulado que será aprovado que remete tudo para uma hipotética regulamentação, que nunca verá dia, este parecer, generoso:https://app.parlamento.pt/webutils/docs/doc.pdf
Por aqui ficamos.