Línguas, cultura e natureza
Recordo uma discussão empolgada com o saudoso Amadeu Ferreira, um cultor fantástico do mirandês, quando numa conferência ele disse que os ecologistas se preocupavam com os "bichinhos" mas não com a preservação das línguas.
Eu que tenho um enorme registo de defesa e protecção das línguas e já tinha publicado um texto sobre o mirandês dei-lhe "uns açoites" e ele pediu desculpa pela generalização, mantivemos a cordialidade.
O Mirandês é o antigo galaico-leonês adaptado às circunstâncias, tem uma filologia e uma gramática e vai no caminho de uma ortografia!
quando vou a Miranda ou a Atenor, adora o sonido da fala, da língua de Miranda.
ou na Rua di Século
a encher a peitaça de ar e a soprar para o ar.....
é que não lhe ouvimos, sequer o assobio, sobre os verdadeiros problemas que enfrentamos. Nada, nada, só silêncio e o o sopro nem silva.
Chocolates
Sou louco por eles, mas há muito só consumo de comércio justo, mesmo sabendo de algumas trafulhices, e faço sempre dupla verifica:
CITES
Ainda recordo alguns episódios quando Carlos Pimenta (grande abraço amigo!( exercia, verdadeiras funções no ambiente, e não como agora que temos uns brincalhões empavoados e cheios de ar na peitaça, de lutas e acções em defesa da CITES!
Ou com o genuino, e ora defundo, FAPAS !
foram tempos heróicos, que merecem registo.
e o degelo?
alguma interacção aqui haverá....
tudo o discurso científico tem que ser escrutinado e posto em causa. Descobri hoje que os cavalos tem mais de 760.000 de anos e origens diversas....
E o devisovianos ( nada a ver com fantasias estraterrestres) foram descobertos pelo polegar de uma criança e chegaram a ser a espécie Homos mais abundante.
Mas não conseguimos vencer a dor.
este é o caminho
vamos ver se continuamos:
.....
Lucanus
Sou um privilegiado, recebo esta revista que orgulha quem a faz, o munícipio de Lousada, e todos os que se envolvem na conservação da natureza e biodiversidade:
http://www.lucanus.cm-lousada.pt/sobre/
o meu velho amigo Carlos Fonseca ( que esta semana felicitei por um programa notável na 2 sobre as suas plantações de medronheiros, um delícia! e os colegas João Carvalho e Manuel Nunes, e claro todos os colaboradores tem vindo a melhorar, ainda mais, este Lucanus, neste número interessou-me especialmente a questão da bolota de azinho, que nos matava a fome nos tempos da outra senhora (nos tempo do regime fascista, temos hoje, cada vez mais dar o nome ás coisas!)
Ao longo das quase 200 páginas não faltam motivos para uma imersão no conhecimento.
+ da Greenpeace
uns pequenos vídeos de sensibilização:
https://www.greenpeace.org/brasil/destroybras-o-jogo-da-destruicao-do-governo-bolsonaro/
vale a pena dar uma olhada!
não é parente
que os meus têm origem sefardi e este o Eloy é nome próprio:
mas não tem papas na língua! Quem tem o nome de Deus não o pode ter!
Predação
vamos sempre aprendendo!
https://amazonia.org.br/2021/01/estudo-cita-comportamento-de-predacao-social-em-peixes-da-amazonia/
com os animais. E até com alguns humanos!