Ideias sustentáveis
Recordo o meu estimado amigo José Pinho, com quem tive grandes conversas sobre esta:
https://www.provinciadevalladolid.com/-/villa-libro-uruena
que era um elemento tido em conta para Óbidos e para a própria Livraria dos Fundos, a Ler Devagar, ou a Casa Comum. Com ele discuiti a possibilidade de criar, criar, criar em Portugal outras vilas dos livros, que depois se articulassem com o património, cultural, gastronómico, e com tradições sociais e claro os ambientes, do passado para o futuro.
A conversa até chegou a ter um envolvimento com um projecto para a Casa Comum, que como outros ficou para pensar.
Hoje com as autárquicas à porta vamos assistir outra vez a mais do mesmo. Com ou sem taxas.
Isto é guerra, isto são mais armas, isto é mais despesa militar....
e contra isto temos que resistir. Não mais guerra, não mais armas, não mais despesas militares:
porque tudo isso mata, destrói, é contra a humanidade.
Somos o que comemos, e em relação
Muito há a dizer e este manifesto é sem dúvida uma boa base para muitas discussões:
https://conference.feiragastronomy.pt/index.php/pt/manifestopt
tenho escritos, até livros sobre gastronomia, tradição socio-cultural e a sociedade e a sua formação. Um manifesto com pontos de relevo, entre outros
Agricultura mesmo
pois aqui aprendi:
a desconhecia.
E para saber um pouco mais:
https://visitbaceno.it/en/natural-transboundary-park-veglia-devero/
Museu e saudades
pois tenho muitas saudades de visitar este:
e esta noticia deixa-ma água na boca.
Consumo com ideias
um artigo que me cativou:
por ser por quem e porquê!
Hoje, quando o camartelo se apresta a acabar com esta
vale a pena recordar-la:
https://amensagem.pt/2022/10/24/vila-martel-historico-patio-artistas-columbano-lisboa-abandono/
a incúria e a irresponsabilidade deram cabo do passado e desta memória.
Nós levantamos a mão
contra a guerra, contra mais armas, contra o militarismo e o S.M.O., contra mais despesas militares, contra a incapacidade de paz dos nossos dirigentes, por valores de humanidade, de não violência activa, pelo pensamento, sim porque pensar é levantar a mão contra essas maldades todas.
em nome de nós mesmo, que somos passado e futuro.
E por cá nem o som da calma
mas o nosso Observatório traz as noticias, que não passam pelos jornais da hegemonia:
esta é importante, e feliz!
Já esta, que também não passa
ainda vai ser embaralhada pelas burocracias:
mas é significativa.