Mais um aeroporto contra o país
É o título de artigo de Mário Centeno no Sábado no Público*. Esgrime, sobretudo, razões económico-financeiras para desmontar, totalmente, este imaginado, imaginado sim, para Alcochete.
Estamos a brincar aos aeroportos, sem qualquer planeamento estratégico, sem avaliação global ambiental, sem previsão da evolução dos sistemas de transportes, sem interligação com o transporte (miserável actualmente) ferroviário e sem ligação a novas potencialidades do de Beja , num quadro geral.
Continuamos a imaginar castelos no ar, mas nada, nada existirá no Campo de Tiro passe o tempo que passar.
Já não veremos aí aviões.
* claro como verdadeiro "trapaceiro" já disse tudo e o seu contrário sobre aeroportos. Depende de onde sopram os ventos e de onde vem o guito.
Douro
Aqui notícia sobre um livro:
Termas
Águas, os espanhóis designam-nas por balneários, pois cá estou. Livros (no blog), passeios, e também trabalho (uma tradução a rever) e outras coisas...
Este ano novamente nas simpáticas:
https://termasdeportugal.pt/rede-termas/termas-de-alcafache
onde sempre recordo o querido amigo Martins Carvalho e o aproveitamento geotérmico.
Alterar as cidades...
este é um exemplo:
há outros, muitos outros. Por cá... nada. Quase nada.
Manzanares
Em tempos cheguei a trabalhar num projecto para dar vida ás ribeiras de Lisboa. Não foi adelante. Este:
https://www.fundacionconama.org/wp-content/uploads/2026/03/Informe-Layman-MGB.pdf
bem sei que é diferente....
Conceitos e novidades
aqui:
e vamos continuando a navegar.
Um país em demência
Aconselho ver um programa da RTP1 passado ontem a seguir ao telejornal (Na linha da frente). Uma história de demência total, aliás viram-se vários personagens manifestamente com essas características, sobre a plataforma de lançamento de foguetes a partir da ilha de Sta Maria.
Não há nada que o recomende, e sobretudo não há qualquer, qualquer avaliação de impacte ambiental para uma actividade de ilusionistas, que comporta inúmeros riscos de destruição ambiental e enormes para a saúde e vida das populações.
E não percebo, não percebo o investimento de milhões do nosso orçamento num disparate destes, que o mais provável é estoirar, estoirar completamente, vai tudo para o buraco
Faz-me lembrar os projectos da fusão nuclear (para o próximo século ou o seguinte) e os reactores modulares que só existem na imaginação (de outros tontos)
Caminhos de ferro, também em colapso
Não é suficiente
aliás nem sequer é um paliativo:
temos que reformular todo este sistema, e desde logo acabar com os low costs e os aviões particulares e as viagens com enormes subsídios, e muito mais....
O inacreditável continua
isto brada aos céus!
https://amensagem.pt/2025/10/0
como é possível? Como?