O colonialismo é um extractivismo
e é uma desgraça:
http://boletimsaharalivre.blog
e este tem a ver connosco!
Um título pleonástico!
sabem bem porquê:
https://bibliothequefahrenheit.blogspot.com/2018/07/mauvaises-mines-combattre-lindustrie.html#more
e temos, temos alternativas. Eles não!
Mais um atentado
em progresso, e estes são públicos e notórios:
mas não sem que sejam denunciados, e que lhes demos luta, até podermos.
Lítio, ao fundo
Um interessante webinar organizado pelo Mov Rio Douro sobre minas e concretamente sobre o Barroso:
https://www.youtube.com/watch?v=f0vridn0Nbc
esteve excelente a Mariana, mn 40 e 1.20, desmontou completamente a empresa financeira que quer destruir as nossas terras. Luis Filipe deu-nos a dimensão trágica, que espreita o Barroso, da ruptura do embalse no Brasil e os participantes estiveram muito bem.
Tenho que referir que não percebo a que título foi convidado, ele próprio assim se identificou, um assessor da mina de Neves Corvo, que fez o discurso mineiro habitual " nós e as nossas cozinhas é que somos os responsáveis" e contou-nos a história da carochinha. As aranhas, como as baratas são imunes à radioactividade e a contaminação por metais pesados....logo..
P.S. Esqueci o homem aranha que foi picado por uma inventada..
Ai, ai, ai, pesticidas
este até é suave...
quando sabemos, está publicado por um jornalista de investigação S. Foucart que desde a introdução dos neonicotinoides nos anos 90 75%, setenta e cinco por centos dos insectos desapareceram.
Mortos ou "suicidados".
Atenção áreas mineiras
Aljustrel, Neves Corvo e outras....
https://papers.ssrn.com/sol3/p
Mais um na mouche
e totalmente em linha com o nosso espírito:
https://www.eldiario.es/andalucia/en-abierto/metastasis-mina_132_11439500.html
um forte abraço, Félix!
Pesticidas contra a natureza
Desde que Rachel Carson e outros antes o divulgaram que é incontornável:
hoje é inacreditável como estes continuam. Hoje também comecei a ler um magnus, Raízes da Agricultura Biológica. Farei um comentário mas pelas primeiras 50 páginas já posso dizer que é obra!
Isto é obsolescência
disfarçada, muito disfarçada, mas de facto é mais lixo produzido em lógica industrial:
é que não há, não há mesmo, fibras revolucionárias, só há lixo.
Chumbo, asbestos, metais pesados
por todo o lado os temos a cercar-nos. Quem viaja de Cascais a Lisboa passa por toneladas de asbestos, sem qualquer protecção, mas o presidente da C.M.O. está mais interessado nas patuscadas regadas com Pêra Manca (branco ou tinto...) ou em promover urbanizações em leito de cheia ou noutras malandragens e o problema passa por todas as suas vereações sem um assomo de solução.
era assim que se faziam as tintas nos outros tempos e ainda hoje seja no Zimbabwe seja em Marrocos....