COMUNIDADES DE ENERGIA
não consigo entender, não consigo mesmo, porque razão tão poucos programas para as autarquias colocam as comunidades de energia em primeiro, mas mesmo primeiro plano:
talvez, porque mais uma vez as eleições são sobre nada e coisa nenhuma, são, num sistema anquilosado, eleitoralmente nulo, mais ou quase só para distribuir cargos e prebendas., Têm ideia que há cerca de 40.000 candidatos, todos a poderem beneficiar de férias à conta para o período eleitoral, e que os eleitos são mais de 3.000, todos a receber sejam só senhas de presença....
por isso comunidades de energia, hortas sociais e continuos verdes, incluindo varandas, espaços sociais para criar espaço, construções adequadas e recuperação sobretudo, ideias simples, como re-introduzir tracção animal mas cidades, em vez dos tuctac e dos uber e assim alterar os paradigmas, pois nada, nada disso, é sequer falado. E muito, muito mais haveria para desenvolver.
Estive, este fimde, na apresentação de uma das poucas, raras candidaturas independentes, de cidadãos com um programa de cidadania. As há mas é preciso procurar à lupa.
Gaza, Gaza, Gaza
que o na zionismo vai devastando, tal qual os outros nazis o fizeram há 80 ou 90 anos, tal qual, a mesma estratégia, o mesmo ódio, a mesma desumanidade, o mesmo Holocausto, o mesmo racismo. Faz lembrar a sindrome de Estocolmo,
não podemos fingir que não vemos, não podemos ignorar a realidade, temos que agir.
Há, há mesmo, alternativas
Esta já temos falado:
https://theecologist.org/2025/sep/07/food-sovereignty-climate-justice
mas há, muito, muito, mais
Há, há mesmo, alternativas!
Aqui:
mas muitas, muitas mais.
Livro em curso de difusão
e com conversas em perspectiva!
https://signos.blogspot.com/search/label/Almaraz%20e%20outras%20coisas%20m%C3%A1s
identifiquem-se!, como me ordenou um pollcial na acção que realizámos em Cáceres. Não passou nada.
nós, também, temos que ser responsáveis
não podemos só soprar para o ar.
https://www.freedomunited.org/news/clean-energy-child-labor-africa/
o nazismo é também ignorar.
Amanhecer sem Almaraz
Hoje vamos estar numa conferência no âmbito da apresentação deste livro, que faz a história dos muitos incidentes, acidentes e falhos destas estruturas desde o seu início obsoletas.
E, em breve organizaremos uma conversa em Lisboa e noutros pontos do país onde nos solicitem, uma já está prevista para Ferrel, que poderia estar hoje, também, a ter quarenta anos...uma central em desmantelamento e nada no seu entorno....
Trarei alguns, poucos livros, mas quem os queira (preço de venda 15 €, destinados totalmente para uma escola em Gaza, com mais 2€ para despesas de correio) dirigirei os pedidos para a ADENEX, que indicará o procedimento (qual a morada de envio e conta para a qual fazer a transferência).
A contagem para o cerre é inevitável e já por aí vai. Não podemos reclamar vitória pois milhões de radio-nucleidos estão por aí, pelo rio, pela atmosfera e pelos pulmões e orgãos dos trabalhadores e população. Mas, mas, águia mole.....
Ver em anexo o livro
já não há limites
Aqui:
https://www.elsaltodiario.com/oceanos/humanidad-rebasa-septimo-limite-planetario-acidificacion
há muito que venho falando disto....
S.M.R.s
nada, nada, nadam e afogam-se!
Ver anexo.
Amanhecer sem Almaraz
teremos para contar, ora que comemoramos os 50 anos da acção que em Ferrel começou a impedir essa desgraça. Os terrenos improdutivos, o mar impedido, as gentes a perder os seus burros... a nuclear é, seria tudo isso, e um sistema energético que não permitiria renováveis, nem outros paradigmas.
Vamos estar. E ontem mesmo o presidente da Iberdrola confirmou. Nada a fazer senão cerrar, cerrar Almaraz!