Língua de pau
pois encontrei esse o tom deste artigo. De um burocrata que transforma vida em cifrões e desenvolve uma lógica de valorização de que discordo.
Aqui:
https://elpais.com/planeta-futuro/2025-06-17/urge-restaurar-tierras-para-la-paz-y-el-desarrollo.html
vale a pena ler, apesar.
mais notícias, más
porque é a realidade:
https://lisboaenova.org/images/stories/ClimaeEnergia/ClimaeEnergia_MAIO_2025.pdf
cada dia é menos.
mais um, defeituoso!
nada que nos admire, mas o Nunes continua a promovê-lo!
é a vida?
Um artigo para muito pensar
sobre o peso que as palavras carregam, eu já estive aqui e já estou noutra, mas continuo.
https://theecologist.org/2025/jun/09/climate-capitalism-wont-save-us
a pensar, porquê?
Um relatório anual que vale muitas vidas
Vivemos rodeados de mentiras
que alguns, verdadeiros, jornalistas arriscam a enfrentar:
ao ler o último magnus de Noam Chomsky não podia ficar mais convencido
Cañamo
Sou um aficionado desta revista, onde encontro esta notícia de muito interesse, sobre a radioactividade em Chernobyl,no número de Junho.
https://signos.blogspot.com/search/label/Chernobyl
Outra notícia de muito interesse neste número mostra como o jornalismo manipula a realidade.
E surpreendentemente, ninguém escreve sobre isso " As universidades da Servia estão ocupadas desde Novembro em protesto contra o governo", por cá nicles batatóides
Carros a lítio
penso que é essa a designação correcta para os carros ditos eléctricos, que também responsabiliza os seus utentes pelas desgraças que causam ao ambiente. Mas não só, os riscos desses veiculos, que por cá são, dada a sua enorme escassez, ignorados estão registados no documento que anexo. Nos apartamentos os riscos podem ser mortais. E são sempre mais.
Esta remete-me para um livro que acabo de ler...
O livro é:
https://www.txalaparta.eus/eu/liburuak/1493 , que li nesta edição. Há em inglês e penso que traduzido em brasileiro e talvez em português
e tem grande espessura e densidade, revê e amplia conhecimentos, sobretudo sobre as viagens das plantas e as catástrofes a elas ligadas, mas não esquece o social e as articulações com a economia e claro o ambiente. Introduz alguns conceitos que tenho por desajustados mas isso é uma rama. O artigo é, bem sei que é de Monbiot, a ler, também:
https://www.theguardian.com/commentisfree/2025/jun/09/britain-deserts-dead-zones-purple-moor-grass
as monoculturas e a produção de exóticas e importações (e conhecemos bem entre nós) que destróiem os ecossistemas e a vida
Há muito que o dizemos...
aqui, ali e acolá:
mas é cada vez mais, mais, mais.