uma tragédia comum
o título tem a ver com a alteração das lógicas produtivas e de limitação, cercados, das terras no processo de desenvolvimento do capitalismo, há muita literatura sobre isso.
este é um problema nessa linha, a lógica de transformação da produção de gado numa indústria atropelando as dimensões agro-pastoris e alterando essas importantes economias é um desastre, infelizmente mal dimensionado pelo animalismo que coloca o enfoque erradamente no animal, quando o que se deve criticar e contra o qual lutar é o intensivismo monopolista, e a engorda anti-natural com rações e penso cheios de antibióticos e químicos., responsáveis pela enorme destruição ambiental e de áreas fundamentais para a biodiversidade, como os bosques tropicais.
E claro também pelo efeito cascada nos procedimentos alimentares e na quantidade de cereal que se desperdiça e nos alimentos que são disponibilizados pelo rolo compressor das publicidades enganosas, do falso verde, também.
E não esqueça nunca que o barato saí caro.....electricidade barata, combustíveis baratos, carne barata, tudo a 2 euros na loja do chinês, e os alimentos processados vendidos a desbarato, baratos.
Tema para uma grande, grande conversa......e base para outro tipo de intervenção......com os trabalhadores e o povo, que somos, ou não?, somos todos, todos nós. Já não há sequer classes.
vai tudfo pró galheiro
pois é, não há economia que resista.....
não há mesmo.
+ 1 sobre taxonomia
agora das associações de consumidores:
uma boa tomada de posição.
+ que 24 capitais
e ainda por cima para pagar o combustível para o submarino.....
de um dos nossos, obrigado Chico!
ainda vai no adro
e já nem há santinhos, nem nada....
https://www.commondreams.org/news/2022/02/02/disgrace-eu-panned-over-plan-label-gas-nuclear-green
duvido que isto se tenha em pé, mas temos que falar alto e grosso. Não, no, non, not in our name!
esta é a verdadeira rede
e nada mais!
https://amazonia.org.br/cientistas-contam-especies-de-arvores-mais-de-40-na-america-do-sul/
já imaginaram as conversas que vão por estas raízes todas?
um artigo exemplar! Taxonomia.
este é um artigo altamente!
argumentação bem estruturada e exaustiva. Para bom entendedor, e mesmo para os que não querem entender, a realidade é mais forte que a ganância. O ambiente perdura.
um pensamento e um debate essenciais
este. Que tem que entrar a fundo nos temas do domínio, do colonialismo e da raça e enfrentar os arautos do racismo e do darwinismo social (estranha expressão para os ultras liberais!). E dar-lhes combate.
https://elpais.com/planeta-futuro/2022-02-01/el-hombre-europeo-busco-ser-el-centro-del-mundo.html
porque a ecologia é tudo menos um passivismo!
Zonas Húmidas
entre os meus primeiros livros tenho a coordenação e textos num sobre as zonas húmidas. Em Caldas passei muito tempo, até lá vivi, com a Lagoa de Óbidos e muitas vezes estive no Paul Tornada.
por razões pessoais tive que afastar-me desse convívio, mas ele continua no meu espírito presente.
Vale uma visita. Ontem foi o dia mundial destas zonas....e de Imbolc, início da Primavera, no calendário celta!
Abacates, não obrigado
recordo G.R.T. a dizer- António o problema não é o eucalipto, que é uma árvore interessante.... o problema é o tipo e lógica das plantações....
O mesmo o Abacate, que em breve trarei aqui, e a denúncia da justificação esborratada do Ministério da Agricultura, com dados errados e sem sentido (comparar consumos individuais de água....) para justificar este.
Fez-me lembrar o petróleo verde do Barreto, Alvaro....
https://www.iemed.org/publication/socioeconomic-impacts-of-climate-change-in-the-mediterranean/
mas é este aqui, e a estrutura mediterrânea que temos que defender.