Resistimos à guerra
As televisões na mãos do Grande Irmão só nos dão guerra e mais guerra e nem uma palavra sobre quem é contra (os que são contra mas a favor de um dos lados não contam), quem é contra mesmo a guerra.
Os jornais ou também estão nas mãos desse ou sob capa de independência são a voz do dono, mesmo quando abrem simulacros de dissidência.
A guerra é mesmo a guerra e é essa que mexe o crescimento, a publicidade desse, a lógica desapiedada do consumismo, e claro da guerra toda.
Há, também em Portugal, e só por estarmos proscritos pelo tal Irmão totalitário é que quase ninguém ainda nos ouve. Mas por aqui, por ali e acolá, seja num jornal regional, seja nalguma revista, seja na rádio (logo!) vamos dando voz á não violência. Anexo uma excelente iniciativa de um emérito dos nossos. Com o meu total apoio.
União Pacifista
“War is a crime against humanity” The voice of Ukrainian Pacifists
On April 17, 2022 (the Easter Sunday in Western Europe), Ukrainian pacifists adopted a statement reproduced here, together with an interview with Yurii Sheliazhenko, executive secretary of the movement.
“Ukrainian Pacifist Movement is gravely concerned about the active burning of bridges for a peaceful resolution of conflict between Russia and Ukraine on both sides and signals of intentions to continue the bloodshed indefinitely to achieve some sovereign ambitions.
We condemn the Russian decision to invade Ukraine on 24 February 2022, which led to a fatal escalation and thousands of deaths, reiterating our condemnation of the reciprocal violations of the ceasefire envisaged in Minsk agreements by Russian and Ukrainian combatants in Donbas prior to the escalation of Russian aggression.
We condemn the mutual labeling of parties to the conflict as Nazi-alike enemies and war criminals, stuffed into legislation, reinforced by the official propaganda of extreme and irreconcilable hostility. We believe that the law should build peace, not incite war; and history should give us examples how people can return to peaceful life, not excuses for continuing the war. We insist that accountability for crimes must be established by an independent and competent judicial body in due process of law, in result of unbiased and impartial investigation, especially in the most serious crimes, such as genocide. We emphasize that the tragic consequences of military brutality must not be used to incite hatred and justify new atrocities, on the contrary, such tragedies should cool the fighting spirit and encourage a persistent search for the most bloodless ways to end the war.
We condemn military actions on both sides, the hostilities which harm civilians. We insist that all shooting should be stopped, all sides should honor the memory of killed people and, after due grief, calmly and honestly commit to peace talks.
We condemn statements on the Russian side about the intention to achieve certain goals by military means if they cannot be achieved through negotiations.
We condemn statements on the Ukrainian side that continuation of peace talks depends on winning the best negotiating positions at the battlefield.
We condemn the unwillingness of both sides to cease fire during the peace talks.
cont....
Uranio
pois é.... é preciso.... e,
vamos mas é fechá-las!
vivemos na Ucrania?
ou há mais mundo?
é que o clima não pára e ao contrario da Rainha da Alice, vai-se afundando. Na Ucrania também.
Mas nós, anestesiados com/pela guerra não vemos mais mundo:
https://www.theguardian.com/world/2022/may/02/pakistan-india-heatwaves-water-electricity-shortages
que é, também, por ela afectado.
Comunicado
mais um, que enviamos em anexo, que vai escapar aos média. Há poucos, muito poucos jornalistas que estejam nos temas de energia e ambiente de forma integrada. E além dessa situação as editorias, bom as editorias, dominadas ou não pelo politicamente dominante, que são os interesses economicos e crescimentistas, não ligam peva aos temas. Bem pode a LPN organizar seminários sobre jornalismo de ambiente, se não apontar o dedo, nem sequer se pode olhar o dedo, quanto mais a Lua...
Filme que
alguém deveria trazer e exibir por cá!
https://www.sortirdunucleaire.org/Bande-annonce-l-ete-nucleaire
no circuito comercial!
Pata negra e montado
estes são os famosos porcos de montanheira, pata negra, também conhecidos como porco preto ou ibérico.
São fundamentais para a manutenção dos montado ou matorral mediterrânico e deliciosos no prato além de excelentes para a saúde, como se pode ler:
https://www.elmundo.es/uestudio/2022/04/13/6256886d21efa04f4c8b45af.html
são também um ex-libris de momentos únicos da ruralidade, a matança familiar do porco, e a festa e convívio em seu redor, tema de muitas teses, e alvo de crítica de gente que não percebe a dureza da vida no campo.
sanções ao uranio
temos aqui referido e referido isto:
que finalmente aparece na agenda.....
toda a mentira será castigada
era bom:
https://www.sortirdunucleaire.org/Orano-epinglee-pour-communication-mensongere-dans
esta foi apanhada! Bravo!
Artigo antes referido
do Monde Diplomatique:
EXCELENTE!!!
E deve ser lido em articulação com este:
https://reporterre.net/Nucleaire-pannes-en-serie-dans-le-recyclage-du-combustible
eles estão à rasca, mas o pior é que quem paga, quem paga é o berbigão!