Jardim da Universidade Madeira
Não posso deixar de fazer minhas as palavras de Raimundo Quintal, um forte laço ilhéu nos une:
# A coleção da Flora da Madeira empobreceu bastante, o pequeno orquidário desapareceu, do núcleo das suculentas pouco resta, as plantas aromáticas e medicinais definharam, a mostra de plantas agro-industriais foi abandonada e apenas as mais resistentes à secura teimam em manter-se de pé.
O jardim que hoje deveria ser um espaço privilegiado de investigação e uma área ambiental atrativa para residentes e turistas, está transformado numa lixeira, numa coutada de atividades marginais. São ainda bem visíveis as marcas dum incêndio, que queimou parcialmente um dragoeiro. Alguém viu? Parece que não, pois nada foi limpo.
Isto acontece numa Universidade, que tem hasteada uma bandeira verde e onde, pressupostamente, deveria haver uma forte aposta na educação ambiental e nas boas práticas de cidadania. No Tecnopólo, GPS orientador dos caminhos da inovação e do progresso.
Tenho vindo a assistir à delapidação deste jardim e por várias vezes manifestei publicamente a minha indignação.#
O texto acima é picado de uma tomada de posição do Raimundo, que partilho e assino. Conheço o local e é lamentável o estado de degradação que ele denuncia.
nem com os pequenos
se safam....
nem com esses!
Petrocalipsis
É uma entrevista longa, muito longa:
e tenho que confessar que cheguei a metade e....mas recomendo. O livro já está encomendado.
Até fechadas....
menos 2!
lá vão pró galheiro, mas os problemas e os resíduos vão continuar, para sempre!
https://abc7ny.com/indian-point-power-plant-closing-nuclear-buchana/10559572/
não deveria ser.
Mirada
Palavras a mais
O perigo das palavras...
Resiliência, no actual enquadramento não é mais que a ideologia da adaptação e tecnologia do consentimento a uma realidade que nos ultrapassa, e para a qual a resiliência é uma das numerosas imposturas solucionistas, para voltarmos a mais do mesmo.
Sustentabilidade energética é outro dos embustes, para nos enfiarem os seus truques e discursos, de crescimento. Temos que lhe opôr a sobriedade energética, e nada mais.
Deparamo-nos com um problema crucial para a ecologia política em Portugal. Falta de estratégia, falta de método, lógicas de protagonismos balofos e semeadura de ilusões. E vivemos sepultados em palavras ocas.
Os problemas estão identificados, mas continuamos a correr atrás da vertigem noticiosa, que só está interessada em fogachos e títulos, que vive a chafurdar num pântano de mentiras e de falsidades e só dá atenção ao que pensa, quando pensa ser o politicamente certo, ou o do interesse público que são os próprios média que constróiem e manipulam.
O discurso científico tem que ser sobreposto por um enquadramento político e a realidade tem que ser direccionada em relação a efectividades práticas e funcionais.
Cada vez mais nos sentimos cercados, por discursos e discursos etéreos e sem um mínimo de praticidade.
Pensar e agir é cada vez mais difícil e romper o bloqueio requer muita argúcia e envolvimento.
E depois....
Retortillo não pára...Abaixo Assinado
Surpresa! O abaixo assinado já recolheu mais de 30 assinaturas de todas as áreas, energia, ambiente, cultura e direitos e está a continuar a bombar.
Faltam ainda confirmações de grande parte dos presentes nos zooms! E aos inscritos neste O.I.E. basta solicitaram!
Nomes inesperados, a juntar a toda a nossa gente, quase toda enfim! Encore un effort, pessoal!
Rio Odiel
alegações mto boas:
o barragismo continua a atacar a vida.