É a dialéctica meus caros...
Uma causa, uma consequência, nem mais:
essa é a realidade. Ainda subi a Av. da Liberdade em 1975 com a palavra de ordem "Abaixo a dialéctica, o povo vencerá", talvez a maior manifestação libertária, anarquista se dizia, 137 pessoas (alguns infiltrados) milhares de polícias, um banco ficou a apanhar ar (não fui eu!). As palavras de ordem, além dessa, eram deliciosas. Depois do Franco executar, já não recordo se com o garrote ou um tiro na nuca, julgo que 4.
Moinhos
Estes são antigos:
e embora neste momento parada esta é uma rede que vale:
http://www.moinhosdeportugal.org/ws/
Consumidores
Tenho muitas desconfianças nas organizações de consumidores, sobretudo porque os interesses de quem as paga muitas vezes saiem à superfície (veja-se o exemplo da DECO).
Esta envia-me M.B.S.,em quem tenho toda a confiança e estima:
mas pode haver gato a fazer de coelho.....
Dirigiveis
não lhes chamam isso dado o karma, mas o são.
e vão levar a uma alteração radical do transporte aereo, que vai ter, está a reduzir, reduzir, e terá que continuar nessa via.
diz-me com quem andas....
mesmo podendo divergir na estratégia, e criticar algumas acções, é um grupo de ponta na mobilização, esclarecimento e pressão ecologista!
agora veja-se os trastes desta peça, a falta de racionalidade para já não falar de humanidade.
Explicação
pois não vale a pena pensar que foi alguma coisa vinda de Vénus...
investigar e seguir....
E para isto, também:
hoje, um desconhecida perguntou-me se isto não era resultado de manipulações do Bezos.... as teorias da conspiração chegam longe.....
Queimadas
Colonialismo verde
Uma notícia que alerta, e chama a atenção para a importância de observar atentamente a realidade e ler:
http://carmoeatrindade.blogspot.com/search/label/colonialismo%20verde
nesta linha de denúncia:
https://elpais.com/elpais/2020/09/03/planeta_futuro/1599143396_898869.html
Delícias
Ditaduras e mercados
É claro que onde há ditaduras não há mercado, que também entre nós foi um elemento fundamental na derrota da nuclear.
Mas mercado quer dizer (veja-se o caso francês, L'Etat c'est moi", na nuclear) liberdade de opções e o Estado fora da economia (não confundir com os serviços sociais, saúde, educação, ambiente, e outros onde o Estado deve ter intervenção clara na lógica da cidadania e regulatória, também contras as tendências oligopólicas, essas também contra o mercado).
Agora veja-se isto:
https://www.bbc.com/news/business-54181748
mais uma vez é o Estado (nós!) que entra com o guito, para uma actividade de parasitagem, predatória e desastrosa a todos os níveis, contra o mercado, contra a cidadania e os direitos.