não são panaceia
já tive grandes discussões sobre o tema, e tenho que dizer já não tenho a mesma posição radicalmente contra, há matizes....
https://theecologist.org/2021/feb/23/electric-cars-are-no-panacea
embora este artigo me volte a dar a volta ao miolo, ainda em recuperação, lenta e dolorosa.
Retortillo III
Este leva, também, a minha firma, assinatura.
Mto BEM amigo Chema!
https://www.radiointerior.es/2021/02/26/implicaciones-radiactivas-explotar-las-minas-de-uranio/
só assim se faz caminho!
são precisos optimistas!
esta é uma entrevista de um optimismo devastador.
Inche Allah!
ou OxAlá como se diz em melhor português.
será que enlouqueceram?
estive com grandes cientistas brasileiros, também na luta contra a nuclear.
Agora envia-me Chico Whitaker esta loucura:
https://senospermitemsonhar.wordpress.com/2021/02/23/benvindas-as-cassandras-chico-whitaker/
nem com o insano Presidente isto irá para a frente!
temos avisado, desde Paris
que Paris... não chega e não serve....
mas fica bem na lapela.
Ainda retortillo
não podemos distrair-nos. A Berkeley é especialista em usar, esfregar o indicador contra o polegar e manipular as nossas vidas.....
temos que aumentar a vigilância, não podemos baixar a guarda.
E os Cavalos Marinhos?
é claro que tudo é importante!
os cavalos marinhos caçados pelos Chinas como afrodísiacos ( ....) são fundamentais para ecossistema da Ria!
estamos todos arriscados
é claro que nada disto tem justificação técnica ou cientifica e mais uma vez é o guito a mandar, pondo em risco todos, nós todos:
https://www.sortirdunucleaire.org/Prolongation-du-fonctionnement-des-reacteurs-de
isto é inacreditável.
Alqueva
Hoje no Público de 24/2, embora só o veja no online, o excelente jornalista que é o Carlos Dias (Picamiolos) escreve um artigo que devia ser lido, se soubessem fazê-lo, no ministério da Agricultura e na rua Di Século.
Ainda há cerca de um ano, tive que desmontar a argumentação de um dirigente do Bloco da Esquerda sobre as bondades do Alqueva. Estava, mal, muito mal informado. O Sahará caminha a passos de gigante pelo Alentejo, as terras estão super degradadas com as toneladas de químicos, e os betoneiros continuam a encher-se. O deserto humano é atroz, visitem Mourão ou a extinta aldeia da Luz, onde até apagaram um comentário que lá deixei no Museu, no livro de registo a denunciar toda a situação.
A água de Alqueva não serve para dar vida a nenhuma, nenhuma povoação (dizem que num ou noutro caso com custos exorbitantes e quantidades superiores a qualquer tabela de químicos ou patogénios).
Andei com o Gonçalo, por estas terras antes da malfadada barragem e também com Eugénio Sequeira ( um forte abraço) depois. Tenho assistido à mudança do P.C.P.. que vivia numa ilusão entre o sovietismo e a reforma agrária que se desvaneceu, mas que ainda hoje o B.E. prossegue (também arrisquei a expulsão, era o M.Portas candidato a Lisboa, de uma conferência desse, salvaram-me na altura Nunes da Silva e Helena Matos, os dois do grupo coordenador, por denunciar esse erro trágico)
Línguas, cultura e natureza
Recordo uma discussão empolgada com o saudoso Amadeu Ferreira, um cultor fantástico do mirandês, quando numa conferência ele disse que os ecologistas se preocupavam com os "bichinhos" mas não com a preservação das línguas.
Eu que tenho um enorme registo de defesa e protecção das línguas e já tinha publicado um texto sobre o mirandês dei-lhe "uns açoites" e ele pediu desculpa pela generalização, mantivemos a cordialidade.
O Mirandês é o antigo galaico-leonês adaptado às circunstâncias, tem uma filologia e uma gramática e vai no caminho de uma ortografia!
quando vou a Miranda ou a Atenor, adora o sonido da fala, da língua de Miranda.