Grunen
A seguir com atenção, sobretudo as evoluções e alterações de posicionamentos e interligações:
mas há mais vida além dos partidos.....
mas seguimos.....
Homenagem
É, Adriano Moreira, um grande senhor da política e ciência portuguesa, sem a mínima sombra de dúvida.
Tive ocasião de privar, brevemente, com ele, partilhei um jantar privado que antecedeu uma conferência que iamos dividir sobre direitos humanos (eu era na altura vice-presidente da Secção Portuguesa da Amnistia Internacional).
Tinha preparado uma intervenção aguerrida, a conferência talvez com 200 pessoas era num seminário, e ele pediu-me para falar antes de mim que tinha que estar em Lisboa para um evento no dia seguinte muito cedo. Claro que acedi. Ele ficou, todavia, para assistir à minha intervenção que alterou o rumo para a partilha, com a exposição fantástica que ele fizera.
De V.S.M. junto esta partilha:
que subscrevo.
mais problemas
como se isto não estivesse já tudo em "pé de guerra", ainda vamos acrescentar mais pólvora....
ou melhor....
Para ler com,toda a, atenção!
e não é só pelo Homer Simpson!
https://energytransition.org/2020/09/why-nuclear-power-is-always-going-to-be-unsustainable/
é que isto, isto devíamos esfregar....
Vento e sol em popa
Cerrar Almaraz
Consumidores produtores
e não passa nada
com cerca de metade da potência nuclear francesa fora de serviço!
https://af.reuters.com/
e nada, não passa nada.
Geologia
esta terá outro nível de consequências:
mas será noutro tempo.
Le Colonialisme Vert
Vou entrar num período de 8 dias de repouso, repouso mesmo. Tele só nas extremidades do dia.
Levo comigo "Petrole" de P.P. Pasolini, livro espesso que há quem diga ter também estado atrás da sua morte, atrás da do presidente da ENI esteve de certeza...
E "Tajo en la Palavra" com recolhas excelentes de literaturas muitas sobre o rio.
Lendo o Libération de 6ª feira (obrgs Luis) não resisti a encomendar, em antecipo ao lançamento dia 9, na livraria francesa de Lisboa este:
nada na entrevista do autor ao Libé é novo, e nada é novidade.... tenho aliás denunciado aqui várias dessas maldades, disfarçadas.
Mas recordo sempre Gomes Guerreiro a enumerar todas as maldades que nos poderíamos esquecer quando lutávamos contra Ferrel.
Afastar as populações dos seus locais de vida e convívio com a natureza e as espécies é, sem sombra de dúvida, repugnante. Mas deslocar milhões para afundar as suas terras com barragens inúteis, contaminar ilhas inteiras e evacuar as populações dessas para ver cogumelos, criar terras de ninguém depois de acidentes que estavam previstos, defender "espaços vitais" e afundar quem os busca ou neles procura continuidade, tudo isso não se pode colocar atrás deste biombo. Como atrás da lista de Gomes Guerreiro poderíamos esquecer a nuclear....