Por vezes, pequenas coisas são essenciais
para caminhar:
https://jornaleconomico.sapo.p
Resíduos nos mares
Um artigo que precisaria de algumas pinceladas (por exemplo o que se sabe há mais de 40 anos agora aparece como novidade e é desconhecido da ministra espanhola do ambiente?) e alguma imprecisão em relação aos locais do lançamento dos despejos, mas como habitualmente o nosso amigo Mota Redol não deixa pé em ramo verde:
https://aideiablog.wordpress.com/2025/07/07/residuos-nucleares-no-mar-da-galiza/
e hoje quando milhares, milhares de litros radioactivos são lançados nos mares do Japão....sem bidões, aliás inúteis como sabemos.
E esta aqui para complementar o artigo do A.M.R.
https://pgl.gal/acerca-da-fossa-atlantica-e-dos-eolicos/
onde encontro, entre outros conhecidos, Remy Parmentier com que estive largas horas, em Paris, na Greenpeace
Azeitona
Há 30 anos, quando dava aulas de economia do ambiente numa universidade, um dos trabalhos do curso foi sobre o potencial de reciclagem da azeitona. Mto Bom e com inúmeros ângulos que vejo neste artigo que continuam mortos.
É pena porque as fabricas de azeite estão a dar cabo do ambiente alentejano:
https://executivedigest.sapo.pt/opiniao/caroco-de-azeitona-digerido-e-as-cinzas/
e isto continua empancado.
É já esta 5ª feira
depois não digam que eu não avisei que era amanhã....
no anexo os temas que farão a Tripeça, título de próximo livro que será apresentado.
Mau, muito mau
recordo o início desta entidade, com António Guterres e outros. Depois foi comprada por uma empresa francesa e começou a cometer "crimes" contra os consumidores, nomeadamente publicidade agressiva e outras maldades, estilo promoções absurdas e publicidade enganosa na caixa do correio ou no mail e desprezando quem não a queria..
Ora defende a nuclear:
não digo que seja uma organização inútil, mas que precisava de um grande saneamento....talvez Guterres volte...
nada de novo, mais 6 semanas ou meses de paragem
É a nuclear no seu melhor. E esta que continuam a tentar impingir-nos....
agentes, comissionistas, efabuladores, aldrabões todos eles e com a cobertura da hegemonia.
Ainda e sempre a nuclear
Pois e com muitos outros temas, que até dói:
https://signos.blogspot.com/search/label/nuclear
mas que não saí daqui.
boa notícia para a geotermia
que ainda têm grandes potenciais a desenvolver:
aqui, e noutros locais....
o calor aperta...
Sobre despejos radioactivos
com surpresa vejo que a ministra espanhola do ambiente os ignorava....
# Não estou certo mas julgo que foi em 82 que a sra Tatcher tentava fazer mais um lançamento de bidões radioactivos na intersecção, na fossa Atlântica, entre os Acores e a Galiza. Nesse ano estive (tínhamos o estatuto de observadores) e com intervenção na delegação dos Friends Of the Earth International na reunião London Dumping Convention que proibiu a partir do ano seguinte os despejos. A Greenpeace também se mobilizou e os estivadores ingleses recusaram embarcar nesse ano os bidões., e o que era para ser o último ano já não o foi. Entretanto em Espanha julgo que se tinha incendiado o consulado inglês em Vigo e nós (Amigos da Terra, eu o Cândido Franco, a Getrudes Silva, o Jorge Leandro, e mais 3 ou 4) entrámos na Embaixada inglesa com um balde de lixo e estivemos cerca de 15 minutos à conversa com o próprio embaixador, que amavelmente (julgo que seria trabalhista) nos indicou que a polícia estaria a chegar. Despedimo-nos, saímos, mesmo na hora, e falámos para os jornais. Isto foi pouco antes da acção acima mencionada, dos estivadores.
Sobre o Cousteau julgo que as filmagens dele dos barris em destroços é um da mesma altura. Estes os factos em que intervimos, mais alguns artigos nos jornais e as conversas referidas. #
De uma precisão enviada a pedido do Mota Redol.
Nunca mais houve esses despejos, pelo menos que se saiba. Mas os resíduos estão por lá, para sempre.São como o Teflon...