Quem nunca pisou um veleiro da Greenpeace
não teve os pêlos em ponta, sobretudo se foi em missão:
https://www.greenpeace.org/brasil/informe-se/oceanos/costa-amazonica-viva/
ousar lutar, ousar lutar.
Conhecer o passado
para não ignorar o futuro:
quando começo a ler um livro de eleição, que me dizem estar traduzido,#La malidión de la nuez moscada#, como nós, nós demos cabo de um território.
Legislativas
Aqui as questões da Coopérnico:
boas, energias.
Louise Michel
É uma figura maior que a vida, e indiscutivelmente uma das nossas. Chamo a atenção (claro que só irei ver na 6ª feira!) para o espectáculo na Culturgest que anexo.
A apresentação é fascinante. E aproveito para trazer aqui esta:
Louise Michel somos todas, todas, todas!
Einstein e o sionismo
Bem sei que o tema não é exclusivamente ambiental, é também política e território. Um ou outro dos inscritos têm me solicitado esclarecimentos. Hoje aqui trago um texto de Eisntein e outros notáveis judeus:
http://www.cadtm.org/When-Einstein-called-fascists-those-who-rule-Israel-for-the-last-44-years
não podemos, nós judeus especialmente, fechar os olhos, tapar os ouvidos e não gritar.
Nazismo? Sionismo?
As evidências:
https://www.commondreams.org/news/amnesty-west-bank
e uma citação, de um simpático livro de um judeu, Alain Finkielkraut, Pêcheur de Perles, uma tirada de antologia para os dias que correm:
“ Os judeus encarnam tudo o que o discurso oficial sobre o Holocausto abomina. Virá o dia em que aparecerão como os últimos nazis na Terra. O círculo será então fechado. O dever de memória estará cumprido.”
As mentiras da ocupação e do holocausto
aqui demonstradas, por um movimento que se assume como judeu!:
http://www.jewishvoiceforpeace.org/2024/01/31/defunding-unrwa-is-genocide/
e contra o sionismo/nazionalismo.
A IDEIA e outras coisas mais!
Cá está uma vez mais, ora depenadas, as minhas observações sobre este número, e outras coisas mais, da nossa IDEIA:
http://signos.blogspot.com/search/label/Ecologia%20pol%C3%ADtica
procurem-na pelas livrarias que sabem (ou perguntem que dizemos).
e não resisto a vos dar o rodapé:
" A prática da violência pode mudar o mundo, mas é infinitamente provável que esta mudança nos conduza para um mundo ainda mais detestável"
de Hannah Arendt