Antecipo
este envio, Domingo, dado que estarei no Porto, e talvez não haja envio 2ª feira:
neste evento, onde se encontram e discutem os vários aspectos da cultura canábica, outrora fundamental para quase tudo, a roupa, o calçado, a comida, a construção.
E claro, assim se fez o sapiens, o desenvolvimento da hominização (com os cogumelos, ver o livro "O Pão dos Deuses"), e também a recreação.
Como elas se fazem
fui ver, e saí em lágrimas com a voz de Alba Rohrwacher (vão ver e digam-me)
https://festadocinemaitaliano.com/filmes/marcha-sobre-roma-2022
um filme de referência para perceber como o ovo da serpende se desenvolve, you know what I mean, que por cá já ronda.
Aprendi muito, por exemplo não sabia como Mussollni foi levado ao poder pela maçonaria, ou pormenores da inventada marcha sobre Roma e d'Annunzio, mas sobretudo é um filme que faz ligações. Não percam!
A Energia de Pachamama
será, em princípio, o tema que dia 14 de Dezembro terei em Cortegana, no Casino, para falar do meu livro, na talvez 1ª sessão da "tournée".
não é essa energia que será mencionada mas também, Gaia, a Terra Viva é muito anterior à formulação feita por Lovelock, já os incas, quechuas, aymaras, ou outros, consideravam a Deusa Terra com poderes, mágicos e viva!
Drogas?
Um artigo interessante mas fraco de pontaria.
https://cannareporter.eu/2023/11/09/sidarta-ribeiro-pisca-o-olho-a-baudelaire-com-as-flores-do-bem/
a questão não é a legalização terapêutica, é a legalização e regulamentação desta e de todas, todos os outros produtos psicotrópicos, e a proibição da pior droga dos nossos tempos, o açúcar! Mas disso nem se fala
Isso é tema, também, do meu próximo livro. que já tem previstas conferências, "A Energia da Pachamama" será o título genérico, pode-se falar de tudo e de nada.
Não esquecemos!
de um dos mais próximos amigos e colaborador de sempre de Gonçalo Ribeiro Telles, o nosso também querido amigo Fernando Pessoa aqui (em anexo) um artigo, para honrar a sua obra, que, infelizmente só é evocada pelos poderes para "disfarçar" e fazer o contrario do que ele, e nós com ele, defendia.
Mau jornalismo, Melides
Emprestaram.me (não os compro) hoje a Visão. Um artigo que mostra a degradação ou ignorância a que chegou o nosso "jornalismo" ou as encomendas de uns figurões.
Então num artigo sobre Melides nem sequer, nem sequer, menciona a rizicultiura intensiva e o roubo de água que está por trás desta e defende, defendem, mais uma barragem, para alimentar o cereal. E nem um, nem um ecologista a dar a cara (só os tais figurões!), lamentável.É assim que está o jornalismo da hegemonia. Em Dezembro, com mais recursos contamos ter uma nova coluna a arrasar....
Verdes
desde que apoiaram as guerras que me tenho afastado....
https://act.greens-efa.eu/we-love-nature
mas aqui fica, também, o registo
Lutas velhas cantos novos
e luta não violenta contra a guerra:
https://www.commondreams.org/news/barcelona-dockworkers-weapons-israel
notícias que não chegam a por cá!
Caça e conservação
Ao ler um notável livro "Sur la Piste Animale" de Baptiste Morizot, iluminam-se-me novos conhecimentos, sobre o papel da caça e da procura e do seguimento da pista no processo de hominização.
Somos todos caçadores, e lembrei-me deste manual em que participei:
http://signos.blogspot.com/search/label/Ca%C3%A7a%20e%20Conserva%C3%A7%C3%A3o%20da%20Natureza
acima com algumas outras referência.
La Décroissance
só agora encontrei o número de Outubro (com o de Novembro já a chegar!) deste jornal que é uma fonte de inspiração, discordando embora do seu titular, que não do conceito.
Artigos em linha com livro quase a ver a luz, e um notável, entre outros, artigo, habitual, sobre a nuclear.
Aqui:
http://signos.blogspot.com/search/label/La%20D%C3%A9croissance
e ainda nalguns quiosques.