isto sim, é o caminho
é importante, para problematizar e dar vida aos solos, ao território numa lógica de sobriedade e recuperação da vida.
e não é por ser sexy, seja essa palavra de uso múltiplo, é porque tem que ver com a integração do solo numa lógica holística de agro-silvo-pastorícia.
Já sabem qual é a música ou o sliêncio.
Vale, muito, a pena
sem qualquer pena e com votos que seja muito mais divulgada:
https://nuclio.org/geodiversidade-no-sistema-solar-uma-nova-exposicao-no-paredao-de-cascais/
uma exposição de relevo, com relevos.
Haiku
Na ponta da língua
Esconde paisagens
O estrangeiro
de Horimoto Gin
Revista Quercus
tudo se relaciona:
http://signos.blogspot.com/search/label/revista%20Quercus
mais um excelente número.
Não se pode afundar um arco-íris
nem proibir uma onda:
e aqui:
https://lessoulevementsdelaterre.org/pt-pt
isto é um movimento descentralizado, sem direcção central, nem comité central, funciona ao saboir das iniciativas e das lutas. Não é possível proibir o vento, não é possível impedir a luz do Sol ou o movimento da Lua!
a propósito do Cesariny
e também ocasião para recordar o nosso querido amigo Hermínio.
http://signos.blogspot.com/search/label/Manuel%20Herm%C3%ADnio
a luta continua! Não à mina, Sim à vida!
Uma nova associação!
que merece a pena considerar, seja pelas noções e príncipios que reivindica seja pela necessidade de debater e criticar peçonhas como o animalismo que ataca o movimento ecologista:
claro que pode haver gato escondido, mas o certo é que as organizações ecologistas também têm muito ranço. Vamos seguir.
UMA GRANDE REVISTA e
um grande embuste.
Esta a grande, enorme revista:
http://signos.blogspot.com/search/label/Flauta%20de%20Luz
que se pode encontrar na livrarias sérias ou aí pedi-la. Um tijolo espesso, 350 páginas e com muitos, muitos momentos de grande prazer intelectual, conhecimento, discussão, controvérsias e abertura.
E não, não, não há muito que não compro, e esta recebi-a de borla, a National Geographic, em português.
Aconselho, seja quem seja que se tenha por ecologista a não a comprar, eu logo nos 1ª números a deixei por deficiências várias, mas continuo a comprar iregularmente a americana . Ora descobri que a edição portuguesa está nas mãos da Altri e que tem uma página em abertura de propaganda, com total despudor ao.... já sabem. Diz-me quem te paga....*
* Livro em gestação arrasa negociatas, autênticas compras, de organizações "ambientais" por sectores empresariais
refugiado
das massas, sem classificação, que invadem Lisboa e arredores, algures no meio do campo perdido, dou um bom avanço ao "Apocalipse (in) certo" subtitulado "A Hidra do Antropoceno". Eu próprio me arrepio por estar a escrever sem freios. Vai ser duro para muitos e mesmo para alguns amigos que, compaginando ideias e envolvimentos, perderão um pouco as cores. Certo é que a maioria dos meus amigos já são de todas as cores.... Tenho que dizer que ontem 2 capítulos foram escritos de rompante, 35.000 caracteres. O livro está em movimento, já tinha + 50.000. E ainda está no início. Recordo muitos amigos, já afastados seja pelas leis da vida seja pelas alternativas gananciosas com que nesta esbarram que queriam ou com quem ainda pensei colaborar neste, a que me irei limitar, em princípio ao meu querido camarada Tomas Albuquerque (com quem já escrevi um opus sobre " O clientelismo" desde logo autárquico).
Trago aqui esta nota porque é possível que até ao fim do deste mês hajam dias sem notícias, desde logo esta semana por aqui ficamos.
im Memorium João Carlos Claro
não tinhamos contacto regular, mas imaginava-o, lá. Raro nos falávamos mas sempre sobre coisas importantes e sérias,embora os dois fossemos muito brincalhões, tinhamos forjado uma aliança entre viagens e reuniões quando foramos vice-presidentes da CIDN e do FAPAS, ou reuniões da ASPEA. Ora num convívio em memória do Rui Cunha soube a notícia:
https://spea.pt/homenagem-a-joao-carlos-claro/
e obviamente estarei na homenagem que em Evora deve ser feita, também, em sua memória. Eu sempre o recordarei com um tartaranhão na "algibeira".