Legado de Gonçalo Ribeiro Telles
na Gazeta da Beira de 17 de Março:
http://signos.blogspot.com/search/label/Gon%C3%A7alo%20Ribeiro%20Telles
obrigado pelo espaço!
Edgar Morin
é, sem sombra de dúvida, um dos nossos, e com uma lucidez e capacidade de pensamento notável nos seus 101 anos:
https://outraspalavras.net/crise-civilizatoria/morin-antes-de-indignar-se-e-preciso-pensar/
uma grande entrevista a que só falta, mas tem um cheiro, a reivindicação da resistência civil não violenta e a intransigência de defesa do direito que resulta dessa.
Nada disto se ouve nas nossas televisões que descobrem generais ou especialistas estratégicos virais debaixo de cada pedra mas ignoram totalmente os defensores da objecção de consciência à guerra e da não violência política que há e muitos, também na Ucrania, infelizmente os jornais seguem esse caminho das pedras.
Não violência
Temos tido entre um pequeno grupo de velhos Amigos uma troca de opiniões, quase totalmente convergentes.
Aqui este meu estimado amigo e velho companheiro tem uma tomada de posição 100%:
# A minha posição sobre esta guerra – invasão da Ucrânia pelo exército russo – segue a declaração da War Resister’s International feita a 24 de Fevereiro de 2022. É uma posição pacifista, que exige cessar-fogo e negociações imediatas. Caso a agressão dos militares e do governo russo continue, defendo, sempre seguindo a declaração daquela organização, uma proposta de defesa popular não-violenta, recorrendo aos métodos de desobediência civil, que tão bons resultados deram na luta contra o colonialismo inglês na Índia e na luta pelos direitos civis dos negros nos Estados Unidos. Para mim não há guerras justas e qualquer guerra é um crime contra a humanidade. Não creio que a cultura russa nas suas manifestações artísticas, poéticas, éticas e filosóficas, onde há seres humanos tão exemplares, com um ética tão elevada e tão humana, como Tolstoi ou Kropotkine, deva ser equiparada a Putin e aos militares russos. Ao invés, promover hoje os aspectos mais nobres dessa cultura é contribuir para uma consciência e uma cultura de paz.#
António Cândido Franco, escritor e professor universitário
Conforme transmiti ao A.C.F., também editor d' A Ideia, o meu acordo é total!
A Ideia
Não resistam a ir comprar e apoiar:
http://signos.blogspot.com/search/label/Ecologia%20pol%C3%ADtica
vale bem a pena!
verdadeiros Verdes
Cultura popular
foi com o maior entusiasmo que recebi (obrigadão Victor) esta ligação para um blog do arco-da-velha:
https://dotempodaoutrasenhora.
excelente, de alto nível este levantamento!
eco-fascismo
a ecologia serve para tapar todos os buracos?
https://theecologist.org/2022/feb/07/ecofascism-and-indian-nationalism
claro que não, mas é preciso conhecer, identificar e estruturar toda a crítica.
Mais um livro importante!
Ilídio de Araújo
É um dos nossos maiores, que não conheci e não sei se gostaria de estar incluído neste tópico, mas os dois organizadores, velhos amigos, saberão do apreço que tenho pelo autor.
Anexo o incentivo, desnecessário para todos os que conhecem a qualidade do pensamento deste notável arquitecto paisagista e homem de cultura.
isto diz-nos respeito
mas, claro, disto ninguém fala e então políticos (e não só do dito) vade retro.....
https://www.freedomunited.org/news/portugal-berry-pickers-exploitation/
isto é escravatura, e em Portugal! Alguém se ouve?
um pensamento e um debate essenciais
este. Que tem que entrar a fundo nos temas do domínio, do colonialismo e da raça e enfrentar os arautos do racismo e do darwinismo social (estranha expressão para os ultras liberais!). E dar-lhes combate.
https://elpais.com/planeta-futuro/2022-02-01/el-hombre-europeo-busco-ser-el-centro-del-mundo.html
porque a ecologia é tudo menos um passivismo!