Ibéria
Não se falou, por entre a espuma dos dias que enche os jornais, disto:
http://signos.blogspot.com/search/label/Ib%C3%A9ria
um novo Tratado, que elimina muitos outros....e que como é habitual foi assinado à sorrelfa,
numa terra linda (Trujillo) onde nasceram alguns dos personagens mais sinistros da história universal, que até lá têm museu....
Imaginem Berlim se em vez do excepcional Museu judaica, e tantos outros, é certo.... tivesse um ao Holocausto.....
Arte, a sério
Sou de família de artistas.... e gosto muito!
https://www.theguardian.com/environment/gallery/2021/oct/31/colour-climate-crisis-in-pictures
destas notáveis composições. A terra não será triste enquanto nós, a humanidade, por cá estivermos, mas.....
Água privada?
sempre defendi que a questão da propriedade dos sistemas de tratamento e exploração da água era indiferente em termos ambientais, o que era importante era que essa, um bem público, fosse em termos de consumo adequadamente fiscalizada, e sujeita ás análises necessárias e que houvesse, como no caso da energia apoios sociais nos casos necessários.
Hoje este importante relatório de um dos nossos notáveis reforça a minha opinião, e torna essa discussão o que sempre foi, um anacronismo!
Bravo! Olé!
Filmes documentários
este ano o DocLx está em grande e com muitos docs sobre ambiente, sobretudo rios! e aborigenes.
https://doclisboa.org/2021/downloads/dl21-programa.pdf
quem estiver na zona não perca!
Pedro Soares
não sou dos de chorar sobre leite derramado (lembro-me sempre de "la laitière et le pot au lait"), mas a defesa da honra e do bom nome é um valor inalienável.
http://signos.blogspot.com/search/label/Pedro%20Soares
neste link está tudo, aqui, também, um abraço amigo para o Pedro.
Puro de leite
um sopro de imanência, zen:
Prémios
Houve tempos em que difundíamos e aqui e ali era publicado um resumo destes importantes prémios:
hoje vivemos mergulhados em soundbytes, seja isso o que seja é fruto de jornalismo acéfalo, normalmente de locutores televisivos, redes sociais e manhas várias.
Nos últimos dias comprei um ou outro jornal, notícias falsas e mentirosas nem sequer são desmentidas ou ressalvadas no dia seguinte. Fantástico.
Aqui vamos continuando a seleccionar e servir o útil e necessário.
não é uma questão de aritmética
e de quotas que resolve esta questão no âmbito do movimento:
https://www.monde-diplomatique.fr/2011/05/BIEHL/20467
c'est la politique, mon ami/e! Um artigo interessante.
Fazemos 3 anos
com periodicidade diária, salvo 2 ou 3 momentos de pausa, e 715 números das Notícias do O.I.E., Olho Vivo como também é chamado.
Hoje já consolidado, somos uma rede informal alimentada desde o início por 18 pessoas, com 4 ou 5 mais constantes, e mais de 200 inscritos, além de muitos mais a que "clandestinamente" este chega (palavra maldita! no seu significante), e agradeço, também, aos repicadores.
Temos tomado algumas posições significativas e tivemos um papelito no fim do processo de Retortillo, como já tinhamos tido no de Zahinos. Nos 2 locais participámos na estratégia vencedora, que foi muito mais que gritaria, passou pelas instituições e por um caminhar nessas com essas. Infelizmente a situação do movimento ecologista e anti-nuclear degradou-se em Portugal, mas também noutros locais, por causas que não ficariam bem serem aqui mencionadas, tal a quantidade de referências que temos colocado.
Mas a falta de orientação política clara, as "trafulhices e trapaças" que são nesse movimento, também, estimuladas pelo poder, seja o pequeno, pequenino da organização, são alguns dos elementos que são transversais à situação referida.
Hoje, o O.I.E., vai rompendo nalguns jornais regionais e de, tempos a outro nalguns nacionais, e é tema de conversas, e tal dá-nos grande satisfação.
A informação/comunicação social que temos é, hoje, muito orientada e responde a interesses mono-específicos onde o trivial é mais notícia que o pensamento, e a boçalidade tem mais espaço que a análise e a realidade. E não penso que seja meramente por culpa dos empórios económicos que dominam a dita. E claro não inclui-o aqui as televisões (que não tenho e para as quais não darei, mais, qualquer troco) que se assemelham cada vez mais ao faceB que execro.
Perguntam-me "então achas que deviamos voltar ao da-zi-bao? ou aos sinais de fumo? ou aos codices maias? ou se calhar ao velho telex e faxes?" pois sim, mas temos que encontrar espaços, nas rádios vão surgindo, também com os podcasts espaços alternativos e até na televisão aqui e ali, em horas mortas e canais quase desaparecidos vai passando um ou outro documentário valioso.
É possivel, eu não dou para esse, nas redes digitais e até no tal ter páginas referentes, eu continuo com o meu blog (com 1800, visitas mensais, 60 diárias e a subir, claro que tenho que descontar 1/3 inoportunos) http://signos.blogspot.com
verdes....
sem línguas de pau....
https://europeangreens.eu/climate-action/
e com dúvidas, ou pensamento à temperatura de ebulição.