E ainda há quem seja por mais, mais guerra!?
Noutro dia num almoço estivemos dois contra todas as guerras, e mencionámos que ser contra as guerras é também ser contra o sistema dominante, o sistema da hegemonia, seja do Trump, do Putin ou do Zelensky ou o dos verdes alemães.
https://www.theguardian.com/world/2025/feb/24/ukraine-war-impact-on-environment-nature-photo-essay
mas infelizmente não somos ouvidos, e somos muitos, muitos....
Um julgamento
Que na minha opinião foi uma autêntica palhaçada o assistente, que foi chamado arguido pela juiz infringiu segundo esta as regras e leis do confinamento, mas como não era arguido não foi condenado, eu por segundo ela ter direccionado uma carta a uma entidade errada, denunciando um crime público, de violência doméstica (deveria tê-la direccionado ao Ministério Público, onde há um processo a decorrer contra o sr.) fui condenado a uma soma exportula (5 meses da minha reforma), irei recorrer. Depois farei um peditório
.
Mas venho aqui hoje, quem nos conhece se admira, para agradecer ao José Manuel Caetano, que aceitou ser minha testemunha de defesa, abonatória, ver no meu blog:
http://signos.blogspot.com/search/label/ofendidito
o assistente era (foi?) um homem do ciclismo, por isso isto também. Quem nos conhece, a mim e ao J.M.C. sabe que desde sempre temos tido sérias divergências (ser ciclista não é certidão de comportamento!), seja organizativas, todas, seja políticas, menos, e até algumas ecologistas.
Deu espectáculo e até na sentença foi mencionado. Está por aí, para ele um forte abraço, amistoso.
"Somos contra a guerra
somos Amigos da Terra", seriamos talvez 400 ou 500 a subir a Avenida da Liberdade, a desafiar a NATO e o Pacto de Varsóvia, pacifistas, objectores de consciência, feministas, e quase todos anarquistas, no sentido filosófico. Foi nos anos 70 ou inicio dos 80. Na altura havia espessura, os ecologistas tinham voz, jornais apareciam a dar notícias. Ainda havia contraditório nesses, e autênticos jornalistas e não meros opinadores sobre tudo e sobre nada.
quando leio isto fico basmado como o movimento ecologista (os verdes como se lê noutra notícia estão fora desse há muito) não se ouve, contra a guerra, em linha com a doutrina da não violência e até o que nos dizem suas santidades, sejam o Papa seja o Dalai Lama (hoje totalmente silenciado).
O fim dos Verdes
Embora não subscreva inteiramente este:
esta é a realidade!
Uma revista de recomendação!
que lemos com muito agrado:
http://signos.blogspot.com/search/label/Ecologia%20pol%C3%ADtica
esta Socialter !
O peso das palavras
Tenho este livro, delicioso, com todos os outros de Umberto Eco:
https://tarage.noblogs.org/files/2021/12/Reconnaitre-le-fascisme.pdf
aqui na tradução francesa, mas julgo que há em todas as outras línguas.
E aqui outro texto importante:
https://blog.mondediplo.net/fascisme-definition
conhecemos bem o desvalor que todos os totalitarismos dão às palavras, é que debaixo delas está a realidade e não a ficção.
Quando não está a defender a nuclear ou
a alimentação química Monbiot pensa:
e este artigo é de meter medo ao susto!
A cor da vergonha
Agora é Verde!
https://www.wsws.org/en/articles/2024/11/18/wrdm-n18.html
este o partilho com tantos dos fundadores dos Grunen, que conheci bem e hoje estariam não só envergonhados mas até arrependidos. Os que ainda estão vivos há muito que o abandonaram.
Infelizmente hoje este grupo não tem nada a ver com a ecologia política, o pacifismo e desde logo a não violência.
É um partido de guerra! Sieg, Sieg Heil.
e os votantes servem para quê?
quem leu o meu último livro tem lá a resposta. Que aqui nos é chamada à atenção:
https://www.commondreams.org/o
será tema que estou a desenvolver em novo livro " A Oclocracia", a representação é uma farsa, e uma enorme manipulação!