Edgar Morin
Não podíamos deixar sem mencionar o passamento de Edgar Morin.
Recordo que li: https://philippepierre.com/web
nos anos 70 (77?) e me marcou. Estive algumas vezes em conferências dele e tinha-o em consideração. Um humanista. Homens como ele fazem falta.
In memorium Jorge Barros
Conheci-o e acamaradámos na altura que ele fazia o seu livro sobre Cavalos, que me fez deles gostar mais, no final dos 70. Ocorreu-me de vez em quanto, tinha-o em enorme valia.
Ora aqui fica esta memória.
https://visao.pt/jornaldeletra
era um dos nossos!
a doença traz doença atrás
ao contário do que diz o discurso dominante há que sair da caixa, reler Ivan Ilitch e pensadores alternativos ao sector químico-industrial que ele próprio fabrica doenças:
senão estamos tramados
In memorium Carlo Petrini
É um dos gigantes do nosso movimento. O conceito do Slow Food é uma marca inalienável da ecologia política e da luta contra o crescimento.
O conheci no início do movimento, era ainda Arche, mas se desenvolveu fora de qualquer referência.
Um pensamento erudito e uma prática, comensal, fantástico, hoje que vivemos cercados, também, por fundamentalismo alimentares errados e anti-ambientais. O ambiente é uma complexidade.
Aqui:
https://www.slowfood.com/pt-pt/blog-and-news/carlo-petrini-fundador-do-slow-food-falece-aos-76-anos/
falhei trazer até cá o movimento... mas haverá outros...
Debate contra o crescimento!
Para as agendas. Eu lá estarei se não estiver com uma luxação no braço resultante do frenessim de assinaturas de livros no dia 5 de Junho, na caixa da Colibri, na feira do livro, a partir das 17 horas!
https://decrescimento.pt/agend
Até lá.
Sobre a Objecção de Consciência
Só com a autoridade de quem deu o corpo ao manifesto e pensou, aqui trago este texto, encontrado algures:
#A não violência resposta política e social à guerra, às guerras. Não há guerras justas!
A não violência carece ser explicada e urge ser compreendida, como recurso que se articula em torno da palavra e dos nossos corpos e que é intransigente na defesa do direito e da autonomia e das liberdades públicas.
Os resistentes à guerra, também portugueses tem muita história, que se articula também com a resistência à guerra colonial, que passa pelas lutas contra o SMO e claro antes pela objecção de consciência. Que passa pela oposição à cultura de guerra que entre nós sempre foi patrocinada por quem só se opunha às armas de um dos lados e que hoje continua a procurar álibis para tomar o partido errado, o da continuação da guerra e que nos tem atravessados*.
A nossa resistência à guerra sempre foi articulada com conceitos de defesa da vida e do ambiente, com lógicas de conservação da natureza e recursos, que são destruídos pelas máquinas militares e as indústrias que lhe estão por traz, em qualquer das suas formas. Recordemos que os piores pesticidas, os mais tenebrosos químicos foram testados em guerras e de igual forma a nuclear civil é um fruto, contaminado da nuclear militar, hoje infelizmente disseminada por todo o mundo que sofre as consequências das emissões radioactivas.
Infelizmente os média, na sua lógica de venda de um produto, e pensando que a opinião publicada ou difundida é a que interessa ao público, que numa lógica de pescadinha de rabo na boca segue essa lógica e a continua, não encontra espaço para discursos alternativos que geram humanidade.
Continuamos a desenvolver informação do mais, mais armas, mais combates, mais mortes, mais carnificinas, mais feridos, mais armas. Um ciclo vicioso que tem que ser rompido com novos recursos, a não violência é o caminho para acabar com a guerra, a não violência e a resistência civil nesse âmbito é fundamental para alterar os paradigmas dominantes. Se começarmos a falar disso, de exemplos históricos, mas também de tantos, tantos outros de actualidade, que todos os dias estão a ocorrer.
* Os resistentes à guerra também têm sido os principais resistentes ao discurso do contra esta guerra, em nome de outra coisa, patrocinado por um dos lados da mesma.#
Esta para os trumpistas
Lutar contra a guerra!
Esta é fundamental:
https://wri-irg.org/en/story/2
em breve escreveremos a aprofundar o tema
Um debate urgente e fundamental
arriscando mudar o nome das palavras:
https://www.revistasculturales.com/xrevistas/PDF/133/2359.pdf
mas sabendo que não se pode continuar a crescer....
E para os amigos espanhóis... se poderem....
Outra opinião
com algum interesse, algumas ideias e....
https://www.ambienteonline.pt/