Ivan Illitch
Saúdo os organizadores destes colóquios/debates sobre uma figura maior, muito, do nosso movimento.
O pensamento de Ivan Illitch não pode ser sacralizado, tem que ser vivido numa lógica de crítica permanente do "status quo" e de criação de diferentes. Estes debates vão nesse sentido.
https://signos.blogspot.com/search/label/Ivan%20Ilitch
E aqui vai mais uma prosa.
Aqui, e em anexo:
https://signos.blogspot.com/search/label/na%C3%A7%C3%A3o
contra as nações marchar, marchar.
Contra o retrocesso civilizacional
Tenho grande estima e apreço pelo Viriato, com quem tive desavenças que o tempo levou, e li com grande empatia este artigo anexo, que é o melhor da revista Manifesto, e que envio com autorização dele.
Dizia eu, no inicio da invasão, que a guerra não teria fim sem diálogo e não violência. Veja-se o cenário, os milhares de mortos, a enorme destruição.
O texto que junto do V.S.M. é, como dizem na minha terra, caro, valioso!
Folio
Recordo grandes conversas com o meu amigo e consócio, o saudoso José Pinho, na preparação do 1º Folio, e também com o meu querido e também saudoso João Paulo Cotrim, quando me convidou para participar num debate nesse, e também num jornal e um programa de televisão, com o seu passamento esses foram ao ar.
Este do meu ponto de vista tem demasiadas coisas, e algumas também sobre ambiente. Prevejo ir no dia 16, mas aqui deixo o programa todo:
https://foliofestival.pt/#programacao
Uma vergonha
O Pedro Almeida Vieira é um dos nossos, e isto com as divergências que temos:
Calhabardais
não é que andamos todos?
https://jornalproenca.pt/homen
ontem os Sinais do Tempo do meu velho camarada Fernando Alves aqui me conduziram. As línguas são um reflexo da realidade na alma.
Aqui:
https://www.tsf.pt/sinais/artigo/pelos-calhabardais-da-memoria/18131565
Importante para pensar
Como sabem não tenho a mínima para este personagem, sabujos seus chegaram a ameaçar-me por criticar um livro seu (no Expresso!) mas acho importante ler este documento:
é que parece que a hegemonia só deixa ler com o terceiro olho....
A não violência
Pois um editorial que surpreende pela transparência, e uma entrevista que faz estória:
Ainda sobre Jorge Palma
De um amigo comum:
https://pt.mondediplo.com/furi
Sobre a representação
que como tenho defendido não é, não é o mesmo que democracia, é sim um processo para manter o poder das élites e da classe possidente, dominante:
https://www.commondreams.org/opinion/dark-money-2026-midterms
o que articulado com o controle da comunicação social pelos grandes potentados, e a submissão do discurso ás lógicas do poder económico, transformam a representação numa autêntica choldra.
Isto é a hegemonia. Ou representação.