Vemos, ouvimos e lemos
não, não podemos ignorar:
https://www.elsaltodiario.com/opinion/riefenstahl-rosalia-estetica-coartada
por entre a escuridão façamos romper a luz, custe o que custar.
A banalidade do mal
É um título de Hannah Arendt, que teve algumas colaborações. Hoje a sua actualidade é total, assim como foi a sua denúncia do sionismo, na altura em processo de crescimento.
Não nos podemos calar, não podemos deixar de denunciar, como se não soubéssemos.
Daí o anexo.
Fritjoff Capra
abriu-me a cabeça, num tempo de alucinações, já o escrevi, com o "Tao de la Physique", hoje já traduzido, que podem encontrar aqui, entre outras aventuras:
https://signos.blogspot.com/search/label/Polis
ora continua:
https://www.resurgence.org/magazine/article4162-the-systems-view-of-life.html
a desmistificar os pseudo divulgadores...
história (s)
Embora o que é novo não seja original e o que é original não seja novo, nesta análise deste livro, fiquei tentado:
mas veremos.
outro para discutir....
com acordos e desacordos:
https://www.elsaltodiario.com/green-european-journal/poscrecimiento-libertad-ser-libres-menos
e sabendo que os Verdes se converteram à ideologia dominante.
Alejandro Pedregal
Pois me dizem que é um bom cineasta....
mas espero que as ideias as concrete merlhor que nesta entrevista...que todavia, salvo as indefinições conceptuais tem alguma validez.
in memorium
se o visse recentemente não o reconheceria. Estivemos juntos e partilhámos lutas nos anos 80. Contra a caça baleeira e contra os despejos radioactivos nos oceanos, E claro contra as experiências nucleares.
Rémi Parmentier partiu. Fui informado em primeira mão por Benigno Varillas, em artigo no número de Agosto da Quercus, no meu blog.
Aqui:
uma das muitas homenagens ao seu passado e activismo. Ficamos mais pobres.
Revista imperdível!
Uma ficção
O João agora dedica-se a escrever ficção cientifica. Nesta há alguns elementos de realidade e algumas ligações que se devem analisar e ter em conta e que têm pés na Terra:
https://www.elsaltodiario.com/opinion/ideologia-tecnolores
mas tem que se limpar o pensamento "religioso" e perceber que é a triade Hegemonia, Obsolescência e Entropia é que controla o sistema produtivo.
Sair das redes sociais? Nem entrar nelas! E o sistema tem 7 cabeças (de hidra) e a Terra assenta em 9 elementos!
Cultura judaica
Ser judeu não é ter uma religião, não é pertencer a nenhuma raça, não é ser o povo eleito, não, não, não é ter uma terra (Palestina) e sobretudo não fazer a limpeza étnica de uma que julgam (por carga de água?) sua, sendo que os asknazes nunca, nunca tiveram nenhum ancestral com origem na Palestina, são descendentes do povo Kazar (Hungria/Roménia).
Ser judeu, e sou de origem sefardie, de retorno depois do fim da inquisição de Marrocos, ser judeu é um acto cultural, lógicas socio-culturais e também higiénicas, alimentares e outras.
E a cultura como sabemos é relativa e muda com o tempo.
inúmeros, inúmeros judeus são os maiores adversários do novo Holocausto em curso, pela mãos do sionistas (fanáticos judeus), lembram-se da síndrome de Estocolmo?.
Eu próprio inscrevi-me há alguns anos no Jewish Voice for Peace: https://www.jewishvoiceforpeace.org/ .
Em Portugal não somos (como de costume) ouvidos.