Zonas húmidas
Dados da produção
que são assim assim, maus nas regiões autónomas:
https://www.apren.pt/pt/energias-renovaveis/producao
mas...
este completa o anterior:
https://lisboaenova.org/images/stories/ClimaeEnergia/ClimaeEnergia_JUNHO_2025.pdf
vamos olhando... sempre a crescer....ora....
Decrescimento ou outra palavra?
eu próprio, embora a entenda e se justifique, não acho a palavra adequada, bem sei que conceitos se podem sempre explicar, mas têm que ter pedagogia e capacidade de envolvimento. Este não tem.
Mas recomendo o livro em anexo, em linha, mas aprofundando o que aqui sugeri de Parrique, embora julgue que lhe é anterior..
Les jeux sont faits.... uma maravilha.
Se decrescer não é palavra a utilizar crescer é mera pornografia económica, logo.....
E eu pensando no colibrismo
tenho que dizer que não penso muito. nisso, é automático. Reciclo como deve ser, o que deve ser, ando menos de carro, raro, raríssimo de avião, como melhor, e dou missas por aí. E doutrino.
Vejo muito, muita gente reciclar errado, com as consequências derrivadas, vejo consumos supérfluos por todo o lado, e disparates todo o tempo. Vejo alienados pela hegemonia por todo o lado.
E penso que o colibrismo não vai resolver nada, disto:
nada a ver com a Editora Colibri que, também, organizou um debate a favor da nuclear que foi um fracasso. Perdeu clientes.
E ainda nos deve um a sério sobre energia.
Evoluir
Com a Carla Castelo evoluimos!
https://www.publico.pt/2025/07
um excelente artigo que remete para a óptima jornalista, notável vereadora e culta ecologista.
Linhas alta tensão
perigosas e desnecessárias:
estamos vigilantes!
O que é a música?
Ainda me recordo do trabalho que fizemos sobre jazz, que começávamos com a etimologia da palavra, que é outra música:
Hoje aqui:
https://www.resurgence.org/magazine/article2540-what-is-music.html
lindo.
Só para a fotografia
muito bonito. Mas se o turismo de massas em massa lá chega....
lá se vai a fotografia....
2 paragrafos
de um excelente relatório da Global Chance (do nosso amigo B. Laponche!), que ontem um querido amigo nos enviou, envio a quem o solicitar:
On peut s’étonner qu’au moment où l’on bombarde les installations d’enrichissement d’uranium de l’Iran, qui pourrait se servir de cet uranium très enrichi à la fabrication d’armes nucléaires, que les porteurs de projet de SMR, qui prévoient d’utiliser un combustible contenant des combustibles à haute teneur en produits fissiles (uranium ou plutonium), accordent si peu d’attention aux problèmes de prolifération nucléaire. Pourtant, paradoxalement, au moment où des conflits militaires de haute intensité montrent la fragilité de la sécurité militaire, des gouvernements, dont la totalité des puissances nucléaires militaires, cherchent à développer des filières nucléaires potentiellement très proliférantes et vulnérables aux attaques terroristes. Tout cela dans un contexte d’affaiblissement du droit international et des négociations sur le désarmement.
Dans le concept de « petit réacteur modulaire », c’est en fait le mot modulaire qui est essentiel. L’idée est de fabriquer en série en usine les grands composants de ces réacteurs, de les transporter préassemblés sur le site prévu afin que le travail sur le terrain porte essentiellement sur le génie civil. Au sens strict, il n’existe aucun SMR dans le monde, pas même en Chine. Pour survivre, un programme SMR doit s’imposer avant les autres et commercialiser au moins des dizaines de réacteurs parfaitement semblables dans une période relativement brève pour parvenir à un seuil de rentabilité et rémunérer les investisseurs et les prêteurs. L’objectif paraît tout à fait inatteignable compte tenu de la concurrence internationale (plus d’une centaine de projets actuellement) et des intérêts nationaux contradictoires.
A droga do açucar
Envia-me regularmente, julgo que uma por mês, o meu amigo Miguel Boiero crónicas de gosto sobre plantas e similares. Quem as quiser receber, são gratuitas, indique-me que farei chegar ao Miguel que creio terá muito gosto em inclui-los na sua lista.
Para despertar o gosto aqui o 1ª paragrafo desta última:
#Alface espinhosa
O paladar também se educa, eis uma das máximas que aprendi na Sociedade Portuguesa de Naturalogia, associação classificada superiormente como instituição de utilidade pública. Esta expressão tem ainda mais premência nos tempos atuais, cada vez mais virados para os lucros proporcionados, direta ou indiretamente, por “nutrientes” viciantes. Afinal, o paladar também se deseduca. No campo dos produtos alimentares, isto é, por demais, flagrante. A crescente adição de açúcar nas conservas, gelados, bolos e até no pão, acaba por desvirtuar o sabor genuíno dos alimentos e criar hábitos com nefastas consequências na saúde dos consumidores. É claro que isto é um mero exemplo porque a prática repete-se nos variados produtos apresentados com desvairada garridice nas grandes superfícies e nas televisões, para seduzir incautos clientes. Verifica-se que o processo resulta, especialmente nas épocas de penúria económica. Para as cadeias dos grandes supermercados, crise não existe, pois arrecadam continuadamente chorudos lucros.#
Subscrevo sem hesitação. Já escrevi sobre a pior droga dos nossos tempos, sim, sim esse pó branco, que é.... o açúcar. Responsável por estarmos onde estamos em termos económicos e de saúde pública.