Muito cara, muito lenta e muito suja... muito pouco segura.
Já aqui publicámos este texto, no original em inglês. Ora em castelhano para mantê-lo bem vivo:
tudo, tudo, tudo.
Esta, mais
alguém devia esfregar na cara da hegemonia, que domina os média, e impede a livre expressão:
https://energynews.pro/en/edf-postpones-restart-of-flamanville-epr-to-august-13/
só aqui damos as verdadeiras notícias....
Estamos tramados, tramadinhos
Já rebentámos com isto tudo:
https://www.stockholmresilience.org/research/planetary-boundaries.html
e continuamos...
liberalismo sem lei
tudo em linha com milrei e trump mas ao contrário dos clássicos:
https://thebulletin.org/2025/07/why-the-us-must-protect-the-independence-of-its-nuclear-regulator/
n\ao há respeito pela lei nem o direito que a legitima. Tudo ao molho e fé no grande capital.
Livros, mais livros
Aqui tenho recomendado vários livros e comentado:
https://signos.blogspot.com/search/label/decrescimento
este sobre um tema cada vez mais central, demos-lhe o nome que quisermos. Prefiro o pós....
Mais informação
sobre recursos:
https://www.lneg.pt/aceda-a-dados-estatisticos-da-sondabase-a-base-de-dados-da-litoteca-do-lneg/
só para conhecimento.
Mancini
É mesmo música. E quem não gosta?:
https://www.youtube.com/watch?
esta chegou-me numa lista de energia do Brasil, animada por Getúlio!
Por vezes, pequenas coisas são essenciais
para caminhar:
https://jornaleconomico.sapo.p
Resíduos nos mares
Um artigo que precisaria de algumas pinceladas (por exemplo o que se sabe há mais de 40 anos agora aparece como novidade e é desconhecido da ministra espanhola do ambiente?) e alguma imprecisão em relação aos locais do lançamento dos despejos, mas como habitualmente o nosso amigo Mota Redol não deixa pé em ramo verde:
https://aideiablog.wordpress.com/2025/07/07/residuos-nucleares-no-mar-da-galiza/
e hoje quando milhares, milhares de litros radioactivos são lançados nos mares do Japão....sem bidões, aliás inúteis como sabemos.
E esta aqui para complementar o artigo do A.M.R.
https://pgl.gal/acerca-da-fossa-atlantica-e-dos-eolicos/
onde encontro, entre outros conhecidos, Remy Parmentier com que estive largas horas, em Paris, na Greenpeace
Azeitona
Há 30 anos, quando dava aulas de economia do ambiente numa universidade, um dos trabalhos do curso foi sobre o potencial de reciclagem da azeitona. Mto Bom e com inúmeros ângulos que vejo neste artigo que continuam mortos.
É pena porque as fabricas de azeite estão a dar cabo do ambiente alentejano:
https://executivedigest.sapo.pt/opiniao/caroco-de-azeitona-digerido-e-as-cinzas/
e isto continua empancado.