Reduzir o trabalho
Devia ser a medida central do pacote laboral, no quadro de uma noiva economia, mas infelizmente está tudo na onda do produtivismo sem sentido, nem juízo.
Sou dos que participaram na elaboração de documentos sobre o trabalho a meio tempo e conheci alguns membros do colectivo Adret que escreveu este livro : https://www.babelio.com/livres/Adret-Travailler-deux-heures-par-jour/48980
Hoje aqui:
https://www.elsaltodiario.com/laboral/reduccion-jornada-laboral-ecologismo
Andam a brincar aos cowboys
lembram-se do Dr. Strangelove?
isto parece esse enredo.
Andar com os rios
Uma iniciativa que reputo se deve multiplicar:
https://cirefluvial.com/walkingrivers/
e ao quadrado!
Coopérnico
Recebo, como todos os cooperantes mais um interessante boletim da:
penso que quem pensa já pensou em tornar-se cooperante. Mas mesmo que não pense pode subscrever o boletim que é muito útil.
Mas pense, pense bem!
E se ...
fosse mais barata a nuclear, mas não é, é até o dobro das renováveis, mas se, se,
https://www.theenergymix.com/renewables-mix-beats-nuclear-on-price-in-future-energy-systems/
pois até nesse caso seria mais cara, os custos marginais, os custos invisíveis, os custos de saúde, os custos da degradação, os custos da corrupção , essa desenfreada, e o pagamento dos seus agentes e da hegemonia, pois até nesse caso, integrando esses, os custos reais é, seria, muito, muito mais cara.
e se um pózinho se introduzi-se
na so.called A.I.:
https://thebulletin.org/2026/04/ai-nuclear-decision-making-has-a-data-problem/
tal. tal.
eles próprios dizem que eles próprios
que são os maiores responsáveis pelos vertidos radioactivos no mar dizem que os laboratórios deles próprios dizem a eles próprios que lançam toneladas, toneladas de resíduos radioactivos no Pacífico, que os limites de segurança que eles próprios estabeleceram garantem uma mão cheia de nada e outra de coisa nenhuma.
O peixe, a vida marítima continuará, mais radioactiva e em todas as cadeias, mas isso também, eles próprios sabem, mas não dizem:
não é conversa fiada, nem de chacha
o que se ouvirá, assim a voz não me doa, na UTAD, em Vila Real, no dia 8 (anexo)
Pena que não rompa o círculo que a hegemonia controla, os mídia quase todos, e o discurso dominante dos arautos da representação.*
* e, em linha com o que temos denunciado, um ex-jornal de referência, publica e não haverá, vos garanto, a mínima deontologia para publicar contraditório! e sem ser publicidade paga 4 páginas, com chamada à primeira página, uma publireportagem, (nem sequer assinalada, como acima referi) com um vendilhão e promotor da nuclear. Está tudo dito!
Ainda com a martelada das 4 na tola (mas vindo de onde vem não traz nada de novo, é um mentiroso inveterado) escrevi como um raio cerca de 9.000 caracteres, que irei deixar para estudo aos alunos e outros ouvintes em Vila Real e, que irá fazer a ronda habitual para publicação. Obviamente ninguém na hegemonia está interessado.
Rinos radioactivos????
Este filme não é de humor negro, é mesmo real:
https://www.youtube.com/watch?v=naKmWNTyr2A&t=47s
merecia uma longa conversa.
1- sobre os processos de protecção das espécies, e uma visão global
2- sobre as formas de luta contra a captura ilegal de partes dos rinocerontes ou elefantes, ou chifrudos, ou etc
3- sobre a orientação dos fundos para essas actividades ou para lógicas elas próprias parasitárias das espécies supostas proteger.
4- sobre a construção da demagogia da nuclear com estes artifíicios
mas vejam o filme e digam-me
Bem sei
Ainda ontem saudei o 1º de Maio, que hoje se comemora em memória de outros em Badajoz, com bandeiras de muitas cores e com críticas ao produtivismo e ao extractivismo e outras manigâncias que iludem o já inexistente (porque se perdeu a lógica social desse) proletariado, como já André Gorz o indiciou.
Mas a crítica ao nuclear e a Almaraz não podia deixar de estar presente, e em Badajoz, organização da C.N.T. histórica central sindical anarquista, contrariando o obreirismo da manifestação oficial, em Mérida, e colocando novas lutas em primeira planta, ocorreremos.
E hoje aqui estamos.