Verde ou negro?
não, não há nenhum, nenhum mesmo, nenhum produto verde. Se é produto é negro.
Claro que existe uma hierarquia de utilidade (recordem-se do valor de uso!), mas não há nenhum que seja mais ou menos verde:
já negros, negros escuros mesmo, há muitos, muitos, aliás quase, quase todos (lembrem-se do consumismo, em que vivemos mergulhados, de inutilidades).
Claro que as produções primárias, sem ser em lógica de extractivismo agrícola, ou as produções mais ou menos artesanais e até algumas industriais em lógica de espiral, são mais claras.....
mas temos mesmo é que sair deste buraco. Que não é nada verde.
É já amanhã!
24 de maio de 2023, quarta-feira | 18h30, na Livraria da Travessa, à Rua Da Escola Politecnica 46, Lisboa
Apresentação da revista ‘Flauta de luz’ com o editor Júlio Henriques e apresentação do duo Nora nu Asco.
Entre uma visão crítica do expansionismo tecnológico e a abordagem das culturas vernaculares contemporâneas, esta revista procura uma síntese entre o «moderno» e o «primitivo».
Neste número – além do grande questionamento da guerra prosseguido por Jorge Leandro Rosa e da Grande Deserção em marcha documentada por Gaspard d’Allens – começamos a prestar mais atenção ao mundo desertificado reduzido a paisagem para exploração turística ou para insano incremento do extractivismo. Nas circunstâncias criadas pela pandemia, os espaços rurais, em todo o mundo, passaram a ser encarados com outros olhos pelos citadinos, que aos milhares se lançaram em novas migrações, juntando-se aos neo-rurais e ampliando as tensões aceleradas pelo desenvolvimento do capitalismo.Ilustrado por grandes desenhadores portugueses, o n.º 10 da Flauta de Luz continua a debruçar-se sobre a biodiversidade da criação poética, nela incluindo a sátira.
A não perder!!!!
este também é o caminho
que defendo. Ocupação das cidades por fotovoltaicos.
há mais de 4o anos que o tenho escrito!
ISTO SIM!
integrar as eolicas com a paisagem!
https://away.iol.pt/renovaveis
é o caminho.
mitologias
Aqui, no Olho Vivo; temos uma das melhores informações sobre a nuclear da Europa! da Europa mesmo e única na Ibéria:
https://www.nrc.gov/docs/ML2212/ML22126A059.pdf
esta por exemplo, obrigado pelo envio, é um delírio de ficção. Sobre este a União dos Cientistas Envolvidos
aqui: https://www.ucsusa.org/
diz-nos:
“It’s a myth that you can build a reactor that you can deploy anywhere, turn it on and then forget about it,”
só disparates saem
da cabeça do vil Gates. Só disparates, mais depressa irá viver para Marte:
mas ocupa espaço numa comunicação social sem pensamento nem capacidade crítica. Estagiários que são manipulados pela hegemonia.
a História
Embora tivesse outros amici, estive em dois ou três encontro desta associação, da qual esta entrevista faz história, conheci pessoas aqui também mencionadas, e teria alguns acrescentos a fazer....
a produção intelectual italiano, embora nos esteja algo afastada é de primeira água. De diversos sectores temos expoentes e produtores de ideias de ruptura. Talvez algum dia, se desafiado escreva sobre tantos, mas não deixo de hoje referir, eram muito queridos dos meus amigos, os irmãos Rosselli.
ainda chocolate
pois há mais de um mês que não compro, nem como chocolate...
https://www.freedomunited.org/cocoa-farmers-west-africa/
é claro que além de não ter esse prazer também tenho dúvidas sobre o impacto de tal.
E agora é demasiado cara to meter!
anunciavam-na como "to cheap to meter", mas:
https://yle.fi/a/74-20032375
é o contrário!
Estórias....
A Sindicalista, um filme com uma grande artista que é um regalo ver. Mas é um filme que só denuncia a nuclear, no quadro das suas negociatas, trafulhices, comissões e aldrabices. Um filme com lógica produtivista ( nem uma palavra crítica sobre a nuclear, em si mesma) e sobretudo de defesa dos postos de trabalho (que na China têm lógica feudal), mas a partir do qual se pode conversar (desde logo é lamentável o branqueamento da ex presidente da AREVA, e tal deve ser denunciado) :
https://www.imdb.com/title/tt16987062/
um filme que pode ser útil para debates e discussões, que ilustra a maldade ligada às ganâncias e ganhócios de uma indústria falida e para a qual as centrais sindicais deveriam apontar outros objectivos que não o de manter os postos de trabalho, à custa e à conta de todos nós.