Pensar como uma montanha
Até ao final lúcida e incisiva:
https://www.commondreams.org/n
pensar, também, como um parente dos grandes símios.
Isto é sério!
Este artigo, e a remissão para outro de Naomi Klein e &, é o que temos que enfrentar, aquio, ali e acolá:
https://www.elsaltodiario.com/notas-a-pie-de-pagina/quien-puede-vivir-paraiso
GAZA, continuará!
Pese o ultimato, dito acordo de paz do promotor imobiliário e do assassino.
Ontem o Público, excepcionalmente, publica um suplemento de enorme qualidade, sobre Gaza, onde não quero deixar de destacar o artigo de Alexandra Lucas Coelho, mas todos os outros escritos pela primeira plana palestina.
Quem quiser, o envio em digital, como me enviaram!
Anti-proibicionismo
Hoje já não escandalizo ninguém quando defendo a legalização de todas as drogas:
https://www.youtube.com/watch?v=IZwnlQRCVXU&list=PLUkduHmox5ohMrgpmxC9OGENzFbnVKhlk&index=8
aqui um discurso exemplar.
Necesitamos una cultura gaiana
IX Nuestro extravío. El concepto clave no es «electromovilidad»: es menos movilidad. No es «turismo sostenible»: es menos turismo. No es «economía verde»: es contracción económica de emergencia. No es «desarrollo
sostenible», sino decrecimiento.
De um texto curioso de Jorge Riechmann
Gaza, Gaza, Gaza
que o na zionismo vai devastando, tal qual os outros nazis o fizeram há 80 ou 90 anos, tal qual, a mesma estratégia, o mesmo ódio, a mesma desumanidade, o mesmo Holocausto, o mesmo racismo. Faz lembrar a sindrome de Estocolmo,
não podemos fingir que não vemos, não podemos ignorar a realidade, temos que agir.
Livro em curso de difusão
e com conversas em perspectiva!
https://signos.blogspot.com/search/label/Almaraz%20e%20outras%20coisas%20m%C3%A1s
identifiquem-se!, como me ordenou um pollcial na acção que realizámos em Cáceres. Não passou nada.
Bravo, bravo A.I.
estive com os fundadores da secção portuguesa e nesta intervim quando da decisão de sermos contra a pena de morte, em todos os casos, e também quando dos debates sobre a IVG, que acabámos por integrar entre os direitos da mulher,o direito ao corpo, e também quando passámos a defender os LGBTI e também o casamento de todos. Houve momentos de tensão na própria AI e eu tive que ir a tribunal. Os direitos ganharam. Lembro quando eramos acusados de ser espias americanos ou agentes soviéticos. Passei por várias direcções da instituição. Saí por causa da burocratização, sem precedentes, da secção portuguesa, mas continuo atento:
este é um bom trabalho!!!!
Outro observatório
MARCEL CONCHE
Assim em maiúsculas. Nunca ouvira falar dele, mas descubro-o neste longo artigo:
e tentarei mais....