Um excelente documentário
que caí na sopa de uma nova produção:
Voltamos
mas ainda não no novo formato. O Nuno Farinha, assoberbado com outros trabalhos, não conseguiu produzir em tempo os novos elementos para este pelo que tivemos que contratar outra designer e eu próprio tenho que confessar o stress também ligado às mortes dos queridos amigos José Pinho e Rui Cunha e a enorme tristeza com essas relacionadas e a incapacidade de dar respostas.
Estive ora 10 dias sem computador nem tele e com muita tranquilidade, fiz um novo programa da Movimento, onde me irei fazer substituir, notícias em breve, e preparei uma grelha para próxima edição, com capa e colaborações surpresas, se tudo correr bem estará por cá ainda este ano.
Embora voltemos, ora expectantes do trabalho desta nova colaboradora, não garantimos as 5 edições semanais, haverá falhas que também andarei em viagens e sem rede.
Uma vida cheia
Pois há urgências inevitáveis. O meu querido amigo e camarada Rui Cunha na sequência de um cancro fulminante está nas últimas.
O Rui é um dos nossos melhores fotografos de natureza e um activista de todos os empenhos. Temos uma velha amizade construída com o tempo (começámos no matorral!) e os projectos comuns, nesses claro tivemos as nossas desavenças (recordo por exemplo sobre o carro eléctrico!, mas ficámos bem) mas muitas muitas mais identidades, a nuclear, o eucalipto, os fito-farmacos, e a política ecologista, onde nos interligámos sem nunca perder identidade.E éramos os dois do G.R.T. Escrevi com ele livros, fiz audio-visuais e um filme sobre as renováveis em Portugal (quem quiser ver e animar sessões com esse esteja à vontade, que estarei participante). Hoje falei e chorei com a sua querida Maria João, companheira de sempre e mãe do Hugo e da Vânia com quem também trabalhei.
Tínhamos previsto, quando me deu a notícia, trabalhos nos Açores, que partilhávamos também no amor. Ficaremos, continuaremos. Estou muito triste.![]()
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E com dor também falei nele:
http://signos.blogspot.com/search/label/Radio
Água a faltar e a faltar
e com a guerra ( o caso da barragem ucraniana!) a situação é ainda mais crítica. Este livro é importante para quem não quer discutir a paz, talvez mude de ideias....
e recomendo, muito, a quem poder comprar o número especial do Charlie Hebdo (Maio/Junho) com o título #La fin de l'eau#
e quem ainda poder ver aqui: https://www.euronews.com/2023/06/08/megabasins-solution-or-insane-response-to-drought um excelente documentário que explica tudo, tudo sobre as mega-charcas e as suas desastrosas consequências para os friáticos e para todo o ciclo da água.
BIOTRANS
um projecto que nos parece de mto interesse, ibérico!
https://proyectobiotrans.eu/pt-pt/especie-alvo-do-projeto/
também picado do excelente cuaderno 448, Quercus
Do Brasil
Do nosso colaborador Chico Whitaker:
https://www.cartacapital.com.br/opiniao/angra-iii-obsoleta-em-que-ficaram-as-denuncias/
uma estóriazinha....
E grão a grão
claro que tem que haver outras mudanças, mas:
https://ember-climate.org/press-releases/wind-and-solar-overtake-fossil-generation-in-the-eu/
vamos caminhando.
in memorium
Foi uma referência e um sociólogo da maior importância:
http://signos.blogspot.com/search/label/Alain%20Touraine
a que não posso deixar maior homenagem senão com este artigo que escalpeliza a sua, para mim, obra magister. "La Prophétie Anti-Nucleaire"
https://www.persee.fr/doc/sotra_0038-0296_1980_num_22_4_1650
certamente um dos nossos maiores.
Morcegos e fotovoltaicas
Já tem algum tempo mas é sempre útil:
https://secemu.org/wp-content/uploads/2023/01/Propuesta_SECEMU_directrices_fotovoltaicas.pdf
para evitar....
onde é que já vimos isto?
e onde andam os tais ecologistas pela nuclear?
é que isto é um remake, de um remake, de um remake.....