e o problema
está longe, muito longe de ser as 7 e tal milhões, milhões de piscinas olímpicas:
mas a àgua..... gelada.... e a alteração de todo o sistema oceanico.... claro afundar os ministérios no Terreiro do Paço, o da Agricultura sobretudo não seria má ideia.....
eles estão parados!
Vários me têm perguntado onde? como? as razões são conhecidas.....
França..... a sair da nuclear!!!!!?
Ou a modificar (refrigerando?) a temperatura dos rios?
mas estão a brincar aos cowboys ou o Carnaval já chegou?
fertilizantes
uma nossa colaboradora enviou-me isto, diz-me que é imposição UE.....:
https://dre.pt/dre/detalhe/
que me faz mergulhar no mundo de burocracias e papeladas e esclarecimentos sobre essas e mais burocracias. Mas que agricultor é que vai entrar neste campo?
E para onde vai o composto, assim?
Pedido
Com as Notícias à beira de entrarem no 5º ano, completamos o 4º! em Setembro, e chegar aos 1000 números chegamos a um nó górdio (nome de triste memória!).
Estamos neste momento a discutir uma reformulação das notícias, para as tornar mais incisivas e intervenientes e vivas, e para tal desde já solicitamos as vossas sugestões, contributos e ideias.
E temos previsto a partir de Setembro ter um espaço de uma hora duas vezes por mês numa rádio, para o coordenador e/ou outros inscritos, provisóriamente chamar-se-à o espaço #Som e Energia, a Ecologia Política#. Também estamos a imaginar um local físico, para filmes, tertúlias, debates, e livros. Mas desse, mesmo da ideia, solicito reserva aos inscritos, é ainda um sonho.
E continuaremos colaborações em jornais não censurados (pelos tais editores), certo que são cada vez menos....
MAS VENHAM OS VOSSOS CONTRIBUTOS, IDEAIS, e APOIOS!
re-introduções
acompanho estes processos com curiosidade, seria melhor, como no caso do lince, e infelizmente não do lobo que a expansão fosse (descontando a criação in situ do linx) natural, no quadro da recuperação das paisagens e dos habitats, e articulado com as comunidades, para que estas se sinta parte do projecto:
mas este caso, como o dos lobos em Yellowstone, pode ser sucesso.
Alcalaboza Viva
Não vamos deixar cair!
https://www.emartv.es/2022/07/
claro, clarinho!
aqui também!
temos que agir e mudar:
https://jornalsabores.com/fome
e é também connosco.
E isto somos nós, também:
Interessante
embora não seja original é um bom investimento. E por cá?
https://pplware.sapo.pt/planeta/empresaria-desenvolveu-paineis-solares-verticais-para-varandas/
tantas, tantas hipóteses.
Lanzarote e tempo
Ilhas e vulcões, cactos e dragoeiros, burros e cabras, muitas associações podemos fazer sobre essas. Vento e calor da terra....
http://signos.blogspot.com/search/label/Lanzarote
pois no blog, de momento, conclui algumas fotos e alguns documentos sobre Lanzarote, que não tem dragoeiro, que falta.
Mas foi uma inspiração, esqueçam a trivialidade do hotel com queixa em curso.
Ainda irei, quando do artigo publicar a foto de um barquinho que um paisano nos fez, em 4/5 minutos.
Fiquem por aqui.
MUITO BEM
Esta não é minha, só por questões de estilo:
"A política de ambiente em Portugal, como em muitos outros países, não existe de facto. Ela confunde-se em Portugal com a chamada "transição energética". O governo olha para a aposta nas energias renováveis do mesmo modo que a indústria automóvel, ou a indústria energética em geral, como um alargamento do seu portefólio de negócios, como uma oportunidade para aumentar a margem de lucros.
Ora, isso é uma mistura de erro e ilusão. Erro, primeiro, porque a transição energética é hoje um artigo de fé e não de conhecimento objetivo. A energia de fontes renováveis vai juntar-se aos combustíveis fósseis e não os vai substituir, por isso, a energia final mundial continua a ser em 80% proveniente das fontes fósseis. Erro, também, porque neste momento, como fica provado pela loucura da invasão russa da Ucrânia - agravada pela resposta entontecida e incompetente do Ocidente -, o que está a acontecer não é a redução das emissões de gases de estufa, mas sim o seu incremento exponencial. Estamos a caminhar para um mundo com 4 ºC ou mais. Um mundo que será inabitável em muitos territórios.
Contudo, a ilusão do governo leva-o a querer sacrificar o nosso solo arável, a nossa biodiversidade, a qualidade da nossa água no altar de aeroportos que ficarão vazios, de uma agricultura intensiva desertificadora, de projetos de mineração "verde" para baterias elétricas. Os governos trabalham para um mundo de abundância material que já não existe. A política de ambiente deveria trabalhar para que os portugueses não passem fome, nem tenham de ser refugiados ambientais no seu próprio país.
Viriato Soromenho Marques"