não há palavras nem nada
para comentar isto:
https://www.nytimes.com/2022/07/24/world/africa/congo-oil-gas-auction.html
só silêncio.
não passa um dia, um
que haja um reporte de um problema, aqui ali e acolá:
este é o de hoje, mas podia referi os peixes que estão a ser cozidos pelas águas rejeitadas das centrais.....
não vai chegar,
o problema não é a fronteira
é mesmo a ganância (os transvases a montante) o uso desregrado e a ausência de estratégia. A política, e os responsáveis e os seus interesses.
https://theobjective.com/espan
e claro a situação global.
E a propósito da ausência, de facto, de fronteiras (que a existirem sou contra) estou imerso num livro de cultura, ambiente e viagens, que pese erros por aqui e por ali, é envolvente e notável:
https://fanfan.es/un-viaje-por-la-raya-la-frontera-mas-antigua-del-mundo/
faz um tricot de povos e relações, conta-nos estórias do arco da velha, mesmo sem velha nem arco. Imerjo.
por vezes encontramos isto,
que nos deixa com alguma luz:
mas perguntamo-nos se chegará.....
Carta Aberta
aqui:
http://movimentoprotejo.blogspot.com/
que merece o nosso entusiasmo, mas vai bater a uma porta.... fechada.
e de onde vem
No blog tem uma referência, neste artigo notei a falta de Alfredo Saramago, o grande historiador da alimentação em Portugal, com várias obras mestras, e também do magnífico #Casa Grande & Senzala" de Gilberto Freyre, que faz uma busca às origens da produção e confecção na lógica bio-geográfica....
https://www.dn.pt/opiniao/a-guardia-do-fogo-15045242.htm
infelizmente vamos, por muitas e variadas razões perdendo o fio à meada, a uniformização, os agro-químicos, a massificação, a poluição e até ideias alimentares mirabolantes vão destruindo a ruralidade, com a caça e a pesca, que nos fizeram. A história da alimentação, incluindo a da produção de alimentos e a sua conservação é um auxiliar da luta ecológica, mesmo com ideias peregrinas como as da "dieta" mediterrânea.
Aqui:
https://signos.blogspot.com/search?q=gastronomia
e
https://www.wook.pt/livro/comendo-ambientes-antonio-eloy/18954725
que temos em armazém a custo de produção.
Ecossocialismo nº1
Só hoje me disseram que esta simpática revista, onde tenho uma contribuição graciosa, não por ter graça mas por ter sido de graça!, está em digital.
Quem quiser, neste caso o armazém disponibiliza, em digital, na horita.
Isto sim
é jornalismo a sério:
de um jornalista integro e premiado, um excelente artigo com ligações de qualidade.
Por cá não lemos nada ou quase nada senão trivialidades. E batota.
Na água estagnada
da diplomacia ambiental.
Assim titula V.S.M. o seu artigo no último JL, que se ele tiver a gentileza de nos enviar divulgaremos.
É um artigo pessimista, como a vida. O tema é a inútil Conferência dos Oceanos que se concretou em Lisboa e nele diz uma verdades de doer o coração.
Bravo.
E para "ilustrar" "Não há bela sem senão":
deixem-nas em paz!