Especulação descarada
num artigo que se se ler nas entrelinhas confirma que o mercado deste produto.... acabou.
só continua na especulação!
Há eleições no horizonte
E face a uma derrota anunciada joga-se tudo por tudo.
É claro que o problema é enorme, e aqui ao lado estão, também. à rasca, em busca de uma solução, ao fim deste tempo todo....inexistente.
https://www.dw.com/en/germany- to-shut-controversial- gorleben-nuclear-waste- facility/a-59211763
esta foi um objectivo, nosso, de muitos anos e lutas. Encerrada o que vai ser dos lixos?
Pózinhos de perlimpimpim?
Línguas, cultura e natureza
a conservação das línguas indígenas é, só pode ser a conservação da oralidade dessas. Por cá uns especialistas, pagos pelas universidades ou ao serviço de alguns poderes tem procurado seguir outro caminho, que conduz inevitavelmente ao declínio e desaparecimento dessas estruturas de oralidade que expressam tempos, tradições e culturas, dessas falas e estruturas dialectais, mas há quem ganhe com isso, mais gramáticas, inventadas, mais vocábulos inacessíveis, mais escritas sem sentido, sobretudo para os que os usam e deles fazem oralidade e vida.
Já escrevi e tive grandes conversas com especialistas que cada caso é um caso, o mirandês remonta à tradição galaico-asturo-leonesa e tem um romance por detrás e portanto foi e muito bem grafada, aliás já o estava. Outros casos, se bem que possam ter utilidade onomatopaica são infelizes, como por exemplo o acordês que é, na maior parte dos casos, mau brasileiro.
Infelizmente como em tudo a lógica do ganhócio domina.
Aqui todos perdemos:
Lítio e Geotermia
No nº 706 coloquei uma notícia manifestando grandes dúvidas sobre a bondade desse empreendimento.
O nosso amigo e conceituado especialista em geotermia, Martins Carvalho; envia-me um comentário de que retiro:
#Na Cornualha os ingleses dizem que têm 200mg/l num reservatório estimulado em granitos: isso é interessante mas pode ser pontual. As nossas melhores águas naturais por cá (Vidago) têm 2mg/l, o que já é bem bom!
Acho que o argumento do litio só serve para reservatórios estimulados que acho muito controversos com o fracking associado, claro, e eventuais interferências com águas minerais naturais já existentes.#
gato escondido!
no comments
esta:
e depois temos a bazuca....
trocando por miúdos
o que tinha aqui dito, grosso:
Um artigo EXCELENTE
tão bom que até pensei, sem falsa modéstia, que teria sido eu a escreve-lo!:
https://www.dn.pt/opiniao/aeroporto-lisboa-e-a-farsa-ambiental-14135600.html
muito bem, infelizmente temos os políticos e os partidos que temos.....
Este é o caminho
e hoje aqui:
mas infelizmente há bazucas por todo o lado, até que.....
Fazemos 3 anos
com periodicidade diária, salvo 2 ou 3 momentos de pausa, e 715 números das Notícias do O.I.E., Olho Vivo como também é chamado.
Hoje já consolidado, somos uma rede informal alimentada desde o início por 18 pessoas, com 4 ou 5 mais constantes, e mais de 200 inscritos, além de muitos mais a que "clandestinamente" este chega (palavra maldita! no seu significante), e agradeço, também, aos repicadores.
Temos tomado algumas posições significativas e tivemos um papelito no fim do processo de Retortillo, como já tinhamos tido no de Zahinos. Nos 2 locais participámos na estratégia vencedora, que foi muito mais que gritaria, passou pelas instituições e por um caminhar nessas com essas. Infelizmente a situação do movimento ecologista e anti-nuclear degradou-se em Portugal, mas também noutros locais, por causas que não ficariam bem serem aqui mencionadas, tal a quantidade de referências que temos colocado.
Mas a falta de orientação política clara, as "trafulhices e trapaças" que são nesse movimento, também, estimuladas pelo poder, seja o pequeno, pequenino da organização, são alguns dos elementos que são transversais à situação referida.
Hoje, o O.I.E., vai rompendo nalguns jornais regionais e de, tempos a outro nalguns nacionais, e é tema de conversas, e tal dá-nos grande satisfação.
A informação/comunicação social que temos é, hoje, muito orientada e responde a interesses mono-específicos onde o trivial é mais notícia que o pensamento, e a boçalidade tem mais espaço que a análise e a realidade. E não penso que seja meramente por culpa dos empórios económicos que dominam a dita. E claro não inclui-o aqui as televisões (que não tenho e para as quais não darei, mais, qualquer troco) que se assemelham cada vez mais ao faceB que execro.
Perguntam-me "então achas que deviamos voltar ao da-zi-bao? ou aos sinais de fumo? ou aos codices maias? ou se calhar ao velho telex e faxes?" pois sim, mas temos que encontrar espaços, nas rádios vão surgindo, também com os podcasts espaços alternativos e até na televisão aqui e ali, em horas mortas e canais quase desaparecidos vai passando um ou outro documentário valioso.
É possivel, eu não dou para esse, nas redes digitais e até no tal ter páginas referentes, eu continuo com o meu blog (com 1800, visitas mensais, 60 diárias e a subir, claro que tenho que descontar 1/3 inoportunos) http://signos.blogspot.com
já nos tinhamos esquecido
deste:
mas ele continua por lá, por cá a ameaçar!